Suspeitos foram encaminhados à Receita Federal por suspeita de descaminho, neste domingo (20); produtos haviam sido trazidos do Paraguai. Guarda Municipal apreendeu produtos eletrônicos com dois suspeitos, na rodoviária de Cascavel Divulgação/Guarda Municipal de Cascavel Dois homens foram flagrados, neste domingo (20), com dezenas de produtos eletrônicos sem documentação, na rodoviária de Cascavel, no oeste do Paraná, de acordo com a Guarda Municipal. Uma equipe da Força Rural da guarda informou que estava em patrulhamento, quando localizou os suspeitos com os produtos, que haviam sido trazidos do Paraguai. Os homens e a mercadoria foram encaminhados à Receita Federal. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
Guarda Municipal apreende produtos eletrônicos sem documentação com dois homens, em rodoviária de Cascavel

Suspeitos foram encaminhados à Receita Federal por suspeita de descaminho, neste domingo (20); produtos haviam sido trazidos do Paraguai. Guarda Municipal apreendeu produtos eletrônicos com dois suspeitos, na rodoviária de Cascavel Divulgação/Guarda Municipal de Cascavel Dois homens foram flagrados, neste domingo (20), com dezenas de produtos eletrônicos sem documentação, na rodoviária de Cascavel, no oeste do Paraná, de acordo com a Guarda Municipal. Uma equipe da Força Rural da guarda informou que estava em patrulhamento, quando localizou os suspeitos com os produtos, que haviam sido trazidos do Paraguai. Os homens e a mercadoria foram encaminhados à Receita Federal. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.



Acompanhe em tempo real a atualização das informações Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia Acompanhe em tempo real a atualização das informações Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Confira as datas dos vestibulares das universidades federais e estaduais do Paraná. Veja o mapa por cidade com casos e mortes por Covid-19 no Paraná
Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia
Acompanhe em tempo real a atualização das informações Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia Acompanhe em tempo real a atualização das informações Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Confira as datas dos vestibulares das universidades federais e estaduais do Paraná. Veja o mapa por cidade com casos e mortes por Covid-19 no Paraná




De acordo com a polícia, suspeito foi preso na PR-323, em Iporã, e disse que pretendia levar a droga até Cruzeiro do Oeste; caso foi registrado neste domingo (20). Jovem é preso com 243 quilos de maconha após tentar se esconder em plantação de milho durante perseguição na PR-323, segundo a PRE Divulgação/PRE Um jovem de 24 anos foi preso em Iporã, no noroeste do Paraná, suspeito de transportar 243 quilos de maconha em um carro, na PR-323, de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). A polícia informou que uma equipe tentou abordar o suspeito em um trecho da rodovia, e que o jovem fugiu. Durante a perseguição, o motorista tentou se esconder entrando em uma plantação de milho. Ainda conforme a PRE, o jovem foi localizado e preso em seguida. Ele disse, de acordo com a polícia, que pretendia levar a droga para Cruzeiro do Oeste, também no noroeste do estado. O suspeito, o carro e a droga foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil de Iporã. Motorista de 24 anos foi preso, neste domingo (20), na PR-323 Divulgação/PRE Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Jovem é preso com 243 quilos de maconha após tentar se esconder em plantação de milho durante perseguição, diz PRE

De acordo com a polícia, suspeito foi preso na PR-323, em Iporã, e disse que pretendia levar a droga até Cruzeiro do Oeste; caso foi registrado neste domingo (20). Jovem é preso com 243 quilos de maconha após tentar se esconder em plantação de milho durante perseguição na PR-323, segundo a PRE Divulgação/PRE Um jovem de 24 anos foi preso em Iporã, no noroeste do Paraná, suspeito de transportar 243 quilos de maconha em um carro, na PR-323, de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). A polícia informou que uma equipe tentou abordar o suspeito em um trecho da rodovia, e que o jovem fugiu. Durante a perseguição, o motorista tentou se esconder entrando em uma plantação de milho. Ainda conforme a PRE, o jovem foi localizado e preso em seguida. Ele disse, de acordo com a polícia, que pretendia levar a droga para Cruzeiro do Oeste, também no noroeste do estado. O suspeito, o carro e a droga foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil de Iporã. Motorista de 24 anos foi preso, neste domingo (20), na PR-323 Divulgação/PRE Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Ninguém ficou ferido no incêndio que destruiu a residência, neste domingo (20); as causas serão investigadas. Casa de madeira pega fogo com cinco pessoas dentro em distrito de Guarapuava Divulgação/Corpo de Bombeiros Uma casa de madeira pegou fogo com cinco pessoas dentro no distrito de Guará, em Guarapuava, na região central do Paraná, na tarde deste domingo (20). De acordo com o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido. A casa ficou totalmente destruída pelo fogo. A família disse aos socorristas que as chamas se espalharam rapidamente e que só deu tempo de salvar os carros que estavam na garagem. Até a publicação desta reportagem, não havia informação do que causou o incêndio. A família disse aos socorristas que as chamas se espalharam rapidamente e que só deu tempo de salvar os carros que estavam na garagem Divulgação/Corpo de Bombeiros Mãe e dois filhos morrem após casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná Corpo de criança que morreu durante incêndio, em Jataizinho, é liberado após decisão da Justiça Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
Casa de madeira com cinco pessoas pega fogo em distrito de Guarapuava, diz Corpo de Bombeiros

Ninguém ficou ferido no incêndio que destruiu a residência, neste domingo (20); as causas serão investigadas. Casa de madeira pega fogo com cinco pessoas dentro em distrito de Guarapuava Divulgação/Corpo de Bombeiros Uma casa de madeira pegou fogo com cinco pessoas dentro no distrito de Guará, em Guarapuava, na região central do Paraná, na tarde deste domingo (20). De acordo com o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido. A casa ficou totalmente destruída pelo fogo. A família disse aos socorristas que as chamas se espalharam rapidamente e que só deu tempo de salvar os carros que estavam na garagem. Até a publicação desta reportagem, não havia informação do que causou o incêndio. A família disse aos socorristas que as chamas se espalharam rapidamente e que só deu tempo de salvar os carros que estavam na garagem Divulgação/Corpo de Bombeiros Mãe e dois filhos morrem após casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná Corpo de criança que morreu durante incêndio, em Jataizinho, é liberado após decisão da Justiça Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.




Benício Esmanhoto Hoffmann, curitibano de 7 anos, conta que não esperava que o gesto de honestidade gerasse tanta repercussão. Dono do veículo disse que só viu o risco na lataria por causa do recado do garoto. Menino de 7 anos que caiu de bicicleta, riscou veículo e deixou bilhete pedindo desculpas ao dono Arquivo pessoal/Marcel Weiss Hoffmann B O sorriso sincero com alguns dentinhos faltando demonstra a pureza de quem, desde muito cedo, leva consigo valores de sobra. Benício Esmanhoto Hoffmann, de 7 anos, estava andando de bicicleta com o pai na rua, em Curitiba (PR), quando se desequilibrou e bateu com o guidão em um carro. Preocupado com seu "erro", ele deixou um bilhete pedindo desculpas ao dono (assista no vídeo abaixo). Em entrevista ao G1, Benício contou que, logo que ocorreu a situação, voltou para casa pensando em como pagar com seu próprio dinheiro. "Na hora eu pensei: vou parar de andar bicicleta e pronto, acabou minha vida de ciclista. Eu fiquei anos juntando um pouquinho [de dinheiro] e daí tudo isso ia ser despejado em uma coisinha só. Fiquei preocupado, mas o bem sempre vai e volta, vai e volta, vai e volta", disse o menino. Bilhete com pedido de desculpas viraliza na internet Homem acha chave de moto na ignição, entrega para Guarda Municipal para evitar roubo e deixa bilhete para donos Ladrão invade escola, faz comida e deixa bilhete pedindo perdão: 'Só comi e fui embora' Criança juntou dinheiro para pagar Marcel Weiss Hoffmann, pai de Benício, disse que o filho sempre reúne as moedas que ganha no dia a dia ou como presente em datas comemorativas, como no Natal — a criança queria usar seu dinheiro para pagar o conserto. "Ele ficou muito incomodado, ficou perguntando se ia custar caro. Ele até juntou um trocadinho dele e ficou se lamentando que o dinheirinho dele não ia dar para pagar", disse Marcel. O pai diz que ficou angustiado em ver o filho tão decepcionado após arranhar o carro e querendo resolver o problema o quanto antes. "Ficamos pensando no que fazer, não queríamos colocar no grupo da rua porque não tinha sido algo grave, ninguém tinha se machucado, né. Pegamos papel e caneta, e ele começou a escrever. Para nós foi uma história bem simples e corriqueira. No final do dia, o vizinho mandou uma mensagem falando que achou bem fofo o bilhete, mas que não precisava pagar nada", comentou o pai. A sensação de fazer o correto Benício relatou que em nenhum momento pensou em "fugir" das responsabilidades. Segundo ele, o mundo já está "ruim demais para mais pessoas fazerem o mal". "Para esse momento, em plena pandemia, isso tem que servir para fazer o bem. Essa sensação depois é ótima. A gente já está com pouca água, com coronavírus, tem bandidos roubando, tudo fechado, melhorar não piorar. A situação já está quase impossível. A ação do Marcelo [dono do carro] também foi boa por não ter pedido o pagamento", pontuou o garoto. Dono do carro disse que nem notou o risco na lataria, em Curitiba Reprodução/RPC Fama repentina Ao encontrar o bilhete, o dono do carro, Marcelo Martins, postou uma foto do pedido de desculpas em uma rede social. A foto, de domingo (13), teve mais de 350 mil curtidas e 42 mil compartilhamentos. Em entrevista à RPC, Marcelo afirmou que foi surpreendido pelo gesto do menino. "A gente acha que alguém que bate no seu carro pode sair correndo, ainda mais nesta idade, mas eu achei um gesto de uma doçura, de uma honestidade grande. Eu procurei de todos os lados, meu carro estava meio sujo e nem reparei. Se não fosse o bilhete eu nem tinha notado", disse Marcelo. Benício contou que não esperava que o vizinho fosse fazer a publicação e se assustou com a repercussão. "Aconteceram rápido as coisas aqui. A primeira reação quando vi que rolou isso na internet foi: 'O quê?!' Para mim, foi estranho. Eu fiquei impressionado, foi um susto ficar famoso do nada. Quando eu quis pagar, ele não quis cobrar de mim. É o segundo amigo que eu faço no mesmo ano aqui. Deu boa", afirmou o menino. A foto teve mais de 350 mil curtidas e 42 mil compartilhamentos Reprodução Pai orgulhoso O pai do Benício afirmou que, mesmo conhecendo o jeito do filho e a educação que sempre buscou oferecer a ele, ficou contente com a atitude. "Sempre foi um menino muito bom, carinhoso, atencioso, preocupado com os outros. Ele não sabe se quer ser juiz ou não porque ele tem medo que, no futuro, o juiz vai ser substituído por robôs. Ele sempre foi uma criança muito correta e me dá bronca quando eventualmente excedo a velocidade, por exemplo", disse o pai. Marcel Hoffmann comentou ainda que o que ele e a mãe de Benício buscam é que o filho sempre tenha segurança neles quando surgir um problema, que ele não precisa fugir da situação delicada. "Quando a gente vê que ele se responsabiliza pelas ações assim, ficamos felizes. Ele sempre andou bem de bicicleta, sempre gostou. Só tombinho normal da idade. Ele anda sem as rodinhas [da bicicleta] desde os 3 anos. Pegou em casa aquelas bicicletinhas sem pedal e enlouqueceu de felicidade, fez questão que eu tirasse as rodinhas e o pedal da bicicleta dele", relatou. Por causa do isolamento, sem poder viajar e com sol quase todos os dias na capital do Paraná, andar de bicicleta é e vai continuar sendo a atividade do pai e do filho, segundo eles. "Foi assustador, mas passou. Agora vamos seguir a vida e tomar mais cuidado", concluiu Benício. Benício, de 7 anos, deixou um bilhete após riscar carro sem querer, em Curitiba Reprodução/RPC VÍDEOS: as notícias mais assistidos no G1 Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
'Fiquei preocupado, mas o bem vai e volta', diz criança que caiu de bicicleta, riscou carro e deixou bilhete de desculpas

Benício Esmanhoto Hoffmann, curitibano de 7 anos, conta que não esperava que o gesto de honestidade gerasse tanta repercussão. Dono do veículo disse que só viu o risco na lataria por causa do recado do garoto. Menino de 7 anos que caiu de bicicleta, riscou veículo e deixou bilhete pedindo desculpas ao dono Arquivo pessoal/Marcel Weiss Hoffmann B O sorriso sincero com alguns dentinhos faltando demonstra a pureza de quem, desde muito cedo, leva consigo valores de sobra. Benício Esmanhoto Hoffmann, de 7 anos, estava andando de bicicleta com o pai na rua, em Curitiba (PR), quando se desequilibrou e bateu com o guidão em um carro. Preocupado com seu "erro", ele deixou um bilhete pedindo desculpas ao dono (assista no vídeo abaixo). Em entrevista ao G1, Benício contou que, logo que ocorreu a situação, voltou para casa pensando em como pagar com seu próprio dinheiro. "Na hora eu pensei: vou parar de andar bicicleta e pronto, acabou minha vida de ciclista. Eu fiquei anos juntando um pouquinho [de dinheiro] e daí tudo isso ia ser despejado em uma coisinha só. Fiquei preocupado, mas o bem sempre vai e volta, vai e volta, vai e volta", disse o menino. Bilhete com pedido de desculpas viraliza na internet Homem acha chave de moto na ignição, entrega para Guarda Municipal para evitar roubo e deixa bilhete para donos Ladrão invade escola, faz comida e deixa bilhete pedindo perdão: 'Só comi e fui embora' Criança juntou dinheiro para pagar Marcel Weiss Hoffmann, pai de Benício, disse que o filho sempre reúne as moedas que ganha no dia a dia ou como presente em datas comemorativas, como no Natal — a criança queria usar seu dinheiro para pagar o conserto. "Ele ficou muito incomodado, ficou perguntando se ia custar caro. Ele até juntou um trocadinho dele e ficou se lamentando que o dinheirinho dele não ia dar para pagar", disse Marcel. O pai diz que ficou angustiado em ver o filho tão decepcionado após arranhar o carro e querendo resolver o problema o quanto antes. "Ficamos pensando no que fazer, não queríamos colocar no grupo da rua porque não tinha sido algo grave, ninguém tinha se machucado, né. Pegamos papel e caneta, e ele começou a escrever. Para nós foi uma história bem simples e corriqueira. No final do dia, o vizinho mandou uma mensagem falando que achou bem fofo o bilhete, mas que não precisava pagar nada", comentou o pai. A sensação de fazer o correto Benício relatou que em nenhum momento pensou em "fugir" das responsabilidades. Segundo ele, o mundo já está "ruim demais para mais pessoas fazerem o mal". "Para esse momento, em plena pandemia, isso tem que servir para fazer o bem. Essa sensação depois é ótima. A gente já está com pouca água, com coronavírus, tem bandidos roubando, tudo fechado, melhorar não piorar. A situação já está quase impossível. A ação do Marcelo [dono do carro] também foi boa por não ter pedido o pagamento", pontuou o garoto. Dono do carro disse que nem notou o risco na lataria, em Curitiba Reprodução/RPC Fama repentina Ao encontrar o bilhete, o dono do carro, Marcelo Martins, postou uma foto do pedido de desculpas em uma rede social. A foto, de domingo (13), teve mais de 350 mil curtidas e 42 mil compartilhamentos. Em entrevista à RPC, Marcelo afirmou que foi surpreendido pelo gesto do menino. "A gente acha que alguém que bate no seu carro pode sair correndo, ainda mais nesta idade, mas eu achei um gesto de uma doçura, de uma honestidade grande. Eu procurei de todos os lados, meu carro estava meio sujo e nem reparei. Se não fosse o bilhete eu nem tinha notado", disse Marcelo. Benício contou que não esperava que o vizinho fosse fazer a publicação e se assustou com a repercussão. "Aconteceram rápido as coisas aqui. A primeira reação quando vi que rolou isso na internet foi: 'O quê?!' Para mim, foi estranho. Eu fiquei impressionado, foi um susto ficar famoso do nada. Quando eu quis pagar, ele não quis cobrar de mim. É o segundo amigo que eu faço no mesmo ano aqui. Deu boa", afirmou o menino. A foto teve mais de 350 mil curtidas e 42 mil compartilhamentos Reprodução Pai orgulhoso O pai do Benício afirmou que, mesmo conhecendo o jeito do filho e a educação que sempre buscou oferecer a ele, ficou contente com a atitude. "Sempre foi um menino muito bom, carinhoso, atencioso, preocupado com os outros. Ele não sabe se quer ser juiz ou não porque ele tem medo que, no futuro, o juiz vai ser substituído por robôs. Ele sempre foi uma criança muito correta e me dá bronca quando eventualmente excedo a velocidade, por exemplo", disse o pai. Marcel Hoffmann comentou ainda que o que ele e a mãe de Benício buscam é que o filho sempre tenha segurança neles quando surgir um problema, que ele não precisa fugir da situação delicada. "Quando a gente vê que ele se responsabiliza pelas ações assim, ficamos felizes. Ele sempre andou bem de bicicleta, sempre gostou. Só tombinho normal da idade. Ele anda sem as rodinhas [da bicicleta] desde os 3 anos. Pegou em casa aquelas bicicletinhas sem pedal e enlouqueceu de felicidade, fez questão que eu tirasse as rodinhas e o pedal da bicicleta dele", relatou. Por causa do isolamento, sem poder viajar e com sol quase todos os dias na capital do Paraná, andar de bicicleta é e vai continuar sendo a atividade do pai e do filho, segundo eles. "Foi assustador, mas passou. Agora vamos seguir a vida e tomar mais cuidado", concluiu Benício. Benício, de 7 anos, deixou um bilhete após riscar carro sem querer, em Curitiba Reprodução/RPC VÍDEOS: as notícias mais assistidos no G1 Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.




Dados informados pela Secretaria de Estado da Saúde, neste domingo (20), mostram aumento de 1.407 diagnósticos e 17 óbitos pela doença em comparação com o relatório anterior. Sesa divulgou boletim com total de casos confirmados do novo coronavírus no Paraná, neste domingo (20) CDC no Unsplash/ Divulgação O boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), neste domingo (20), aponta que o Paraná atingiu 163.161 casos confirmados do novo coronavírus. O relatório da secretaria mostra que o número de mortes chegou a 4.067. Em comparação com os dados de sábado (19), houve aumento de 1.407 diagnósticos e de 17 óbitos. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias PANDEMIA EM NÚMEROS: Confira o mapa com os dados por cidade Segundo o relatório, 114.358 pessoas se recuperaram da doença, desde o início da pandemia, o que representa uma taxa de recuperação de 70,1% no estado. Foram realizados 616.316 testes pelo método RT-PCR no estado, de acordo com o boletim. Em 464.572, o resultado foi negativo. Outros 4.005 exames estão em análise. Ainda conforme a secretaria, além do total informado no estado, outros 1.727 casos foram confirmados em residentes de fora do Paraná, com 43 mortes. Novas mortes As 17 mortes inseridas no relatório, de acordo com a Sesa, foram registradas entre o dia 21 de julho e este domingo. Os pacientes tinham idades entre 28 e 89 anos, sendo 7 mulheres e 10 homens. Curitiba - 5 novas mortes; Almirante Tamandaré, Araucária, Piraquara, Ponta Grossa e Telêmaco Borba - 2 novas mortes cada; Campo Largo e Colombo - 1 nova morte cada. Veja, abaixo, as informações detalhadas. Novas mortes por Covid-19 Internamentos O estado possui, de acordo com o levantamento da Sesa, 1.053 pessoas com casos confirmados da doença e que estão internadas, sendo que 870 delas ocupam leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) e outras 183 em leitos da rede particular. Pela rede pública de saúde, são 420 pacientes em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 450 em leitos clínicos. De acordo com o boletim, na rede privada, são 76 pacientes em leitos de UTI e outros 107 em leitos clínicos. Além disso, segundo o relatório, há outros 1.013 pacientes que estão internados no estado com suspeita da doença pelas redes pública e privada e que aguardam resultado de exames. Ocupação de leitos O boletim mostra que houve redução da taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos, pela rede pública, exclusivos para pacientes com suspeita ou diagnóstico de Covid-19 no Paraná, que estava em 72% no dia anterior. Veja, abaixo, as taxas deste domingo. 69% dos 1.095 leitos de UTI adulta 43% dos 1.529 leitos de enfermaria adulta 36% dos 44 leitos de UTI pediátrica 24% dos 59 leitos de enfermaria pediátrica Considerando a divisão entre as quatro macrorregiões do estado, a região Leste, que abrange cidades das regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava e litoral, é a que possui a maior taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos. Veja a ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS por macrorregião: Leste: 80% Norte: 58% Oeste: 62% Noroeste: 50% Perfil dos pacientes A média de idade dos pacientes que tiveram casos confirmados da Covid-19 é de 39,8 anos. Em relação ao total de mortes, a média de idade é de 68,6 anos. As mulheres representam 53% e, portanto, são maioria no total de pessoas que tiveram casos confirmados no Paraná. Considerando o total de mortes pelo novo coronavírus no estado, os homens são a maior parte, com 60% do total. Casos por cidade Do total de 399 municípios do estado, em 300 há registros de mortes pela Covid-19, conforme o relatório. Em relação aos casos, somente a cidade de Laranjal não possui nenhuma confirmação. Confira os dados de cada município, abaixo: Casos de coronavírus no Paraná Alterações nos dados Neste domingo, a secretaria informou que houve alteração em dados de boletins anteriores, com exclusão de casos por duplicidade de notificação, além de transferências de casos e mortes entre cidades. Um caso e três mortes que haviam sido confirmados em Curitiba foram transferidos para Piraquara. Houve exclusão de casos em Curitiba, Florestópolis, Colombo, Cascavel, Londrina, Iguaraçu, Rolândia, Carambeí, Ponta Grossa e Telêmaco Borba. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
Número de casos do novo coronavírus no Paraná chega a 163.161 com 4.067 mortes, diz Sesa

Dados informados pela Secretaria de Estado da Saúde, neste domingo (20), mostram aumento de 1.407 diagnósticos e 17 óbitos pela doença em comparação com o relatório anterior. Sesa divulgou boletim com total de casos confirmados do novo coronavírus no Paraná, neste domingo (20) CDC no Unsplash/ Divulgação O boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), neste domingo (20), aponta que o Paraná atingiu 163.161 casos confirmados do novo coronavírus. O relatório da secretaria mostra que o número de mortes chegou a 4.067. Em comparação com os dados de sábado (19), houve aumento de 1.407 diagnósticos e de 17 óbitos. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias PANDEMIA EM NÚMEROS: Confira o mapa com os dados por cidade Segundo o relatório, 114.358 pessoas se recuperaram da doença, desde o início da pandemia, o que representa uma taxa de recuperação de 70,1% no estado. Foram realizados 616.316 testes pelo método RT-PCR no estado, de acordo com o boletim. Em 464.572, o resultado foi negativo. Outros 4.005 exames estão em análise. Ainda conforme a secretaria, além do total informado no estado, outros 1.727 casos foram confirmados em residentes de fora do Paraná, com 43 mortes. Novas mortes As 17 mortes inseridas no relatório, de acordo com a Sesa, foram registradas entre o dia 21 de julho e este domingo. Os pacientes tinham idades entre 28 e 89 anos, sendo 7 mulheres e 10 homens. Curitiba - 5 novas mortes; Almirante Tamandaré, Araucária, Piraquara, Ponta Grossa e Telêmaco Borba - 2 novas mortes cada; Campo Largo e Colombo - 1 nova morte cada. Veja, abaixo, as informações detalhadas. Novas mortes por Covid-19 Internamentos O estado possui, de acordo com o levantamento da Sesa, 1.053 pessoas com casos confirmados da doença e que estão internadas, sendo que 870 delas ocupam leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) e outras 183 em leitos da rede particular. Pela rede pública de saúde, são 420 pacientes em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 450 em leitos clínicos. De acordo com o boletim, na rede privada, são 76 pacientes em leitos de UTI e outros 107 em leitos clínicos. Além disso, segundo o relatório, há outros 1.013 pacientes que estão internados no estado com suspeita da doença pelas redes pública e privada e que aguardam resultado de exames. Ocupação de leitos O boletim mostra que houve redução da taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos, pela rede pública, exclusivos para pacientes com suspeita ou diagnóstico de Covid-19 no Paraná, que estava em 72% no dia anterior. Veja, abaixo, as taxas deste domingo. 69% dos 1.095 leitos de UTI adulta 43% dos 1.529 leitos de enfermaria adulta 36% dos 44 leitos de UTI pediátrica 24% dos 59 leitos de enfermaria pediátrica Considerando a divisão entre as quatro macrorregiões do estado, a região Leste, que abrange cidades das regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava e litoral, é a que possui a maior taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos. Veja a ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS por macrorregião: Leste: 80% Norte: 58% Oeste: 62% Noroeste: 50% Perfil dos pacientes A média de idade dos pacientes que tiveram casos confirmados da Covid-19 é de 39,8 anos. Em relação ao total de mortes, a média de idade é de 68,6 anos. As mulheres representam 53% e, portanto, são maioria no total de pessoas que tiveram casos confirmados no Paraná. Considerando o total de mortes pelo novo coronavírus no estado, os homens são a maior parte, com 60% do total. Casos por cidade Do total de 399 municípios do estado, em 300 há registros de mortes pela Covid-19, conforme o relatório. Em relação aos casos, somente a cidade de Laranjal não possui nenhuma confirmação. Confira os dados de cada município, abaixo: Casos de coronavírus no Paraná Alterações nos dados Neste domingo, a secretaria informou que houve alteração em dados de boletins anteriores, com exclusão de casos por duplicidade de notificação, além de transferências de casos e mortes entre cidades. Um caso e três mortes que haviam sido confirmados em Curitiba foram transferidos para Piraquara. Houve exclusão de casos em Curitiba, Florestópolis, Colombo, Cascavel, Londrina, Iguaraçu, Rolândia, Carambeí, Ponta Grossa e Telêmaco Borba. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.



Segundo a Polícia Militar, vítima foi alvo de tiros disparados por dois homens, na madrugada deste domingo (20); ninguém foi preso. Uma jovem, de 23 anos, foi morta a tiros, na madrugada deste domingo (20), em Ângulo, no norte do Paraná. De acordo com a Polícia Militar (PM), a jovem estava em casa, sentada na garagem, acompanhada por outras pessoas, quando dois homens chegaram e atiraram na direção da vítima. A jovem foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada a uma Unidade Básica de Saúde (UBS), mas não resistiu aos ferimentos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil, que, até a publicação desta reportagem, não havia repassado informações mais detalhadas do caso. Ninguém foi preso. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Jovem morre após ser baleada na garagem de casa, em Ângulo
Segundo a Polícia Militar, vítima foi alvo de tiros disparados por dois homens, na madrugada deste domingo (20); ninguém foi preso. Uma jovem, de 23 anos, foi morta a tiros, na madrugada deste domingo (20), em Ângulo, no norte do Paraná. De acordo com a Polícia Militar (PM), a jovem estava em casa, sentada na garagem, acompanhada por outras pessoas, quando dois homens chegaram e atiraram na direção da vítima. A jovem foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada a uma Unidade Básica de Saúde (UBS), mas não resistiu aos ferimentos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil, que, até a publicação desta reportagem, não havia repassado informações mais detalhadas do caso. Ninguém foi preso. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Caso ocorreu no noroeste do estado, na manhã deste domingo (20); vítimas tinham 38, 16 e 3 anos, segundo os bombeiros. As causas do incêndio serão investigadas. Mãe e dois filhos morrem após casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná, diz Corpo de Bombeiros Divulgação/Corpo de Bombeiros Três pessoas morreram após uma casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná, no noroeste do Paraná, na manhã deste domingo (20). De acordo com o Corpo de Bombeiros, quando a equipe chegou a casa já estava totalmente destruída. O primeiro corpo localizado foi do filho, de 16 anos, que estava no banheiro. Os outros dois corpos, da mãe, de 38 anos, e do segundo filho, de 3 anos, estavam juntos próximo a uma janela, segundo os bombeiros. Testemunhas disseram ao Corpo de Bombeiros que ouviram gritos de dentro da casa durante o incêndio, mas não conseguiram abrir a porta. Até a publicação desta reportagem, o Instituto Médico-Legal (IML) de Paranavaí, também no noroeste do estado, informou os corpos ainda não tinham chegado na unidade, mas que já havia solicitado exames para identificação das vítimas. O delegado responsável pelo caso afirmou que a equipe da criminalística de Maringá, no norte do Paraná, irá até o local para identificar as causas do incêndio. O laudo da perícia deve ficar pronto em 30 dias, segundo ele. De acordo com os bombeiros, quando a equipe chegou a casa já estava totalmente destruída Divulgação/Corpo de Bombeiros Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Mãe e dois filhos morrem após casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná, diz Corpo de Bombeiros

Caso ocorreu no noroeste do estado, na manhã deste domingo (20); vítimas tinham 38, 16 e 3 anos, segundo os bombeiros. As causas do incêndio serão investigadas. Mãe e dois filhos morrem após casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná, diz Corpo de Bombeiros Divulgação/Corpo de Bombeiros Três pessoas morreram após uma casa de madeira pegar fogo em Planaltina do Paraná, no noroeste do Paraná, na manhã deste domingo (20). De acordo com o Corpo de Bombeiros, quando a equipe chegou a casa já estava totalmente destruída. O primeiro corpo localizado foi do filho, de 16 anos, que estava no banheiro. Os outros dois corpos, da mãe, de 38 anos, e do segundo filho, de 3 anos, estavam juntos próximo a uma janela, segundo os bombeiros. Testemunhas disseram ao Corpo de Bombeiros que ouviram gritos de dentro da casa durante o incêndio, mas não conseguiram abrir a porta. Até a publicação desta reportagem, o Instituto Médico-Legal (IML) de Paranavaí, também no noroeste do estado, informou os corpos ainda não tinham chegado na unidade, mas que já havia solicitado exames para identificação das vítimas. O delegado responsável pelo caso afirmou que a equipe da criminalística de Maringá, no norte do Paraná, irá até o local para identificar as causas do incêndio. O laudo da perícia deve ficar pronto em 30 dias, segundo ele. De acordo com os bombeiros, quando a equipe chegou a casa já estava totalmente destruída Divulgação/Corpo de Bombeiros Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Agências do Trabalhador das outras cidades do Paraná também terão uma ação parecida, mas ela será realizada apenas na segunda-feira (21) – vai ser o 'Dia D'. Ação é da Agência do Trabalhador de Curitiba Aen/Divulgação Curitiba tem, a partir de segunda-feira (21), uma ação para a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. De acordo com o governo estadual, são 515 vagas. Até o dia 27 de setembro, será disponibilizado um site exclusivo para cadastro de currículos e de laudos médicos para oportunidades de emprego. Trinta e quatro empresas, conforme o governo estadual, confirmaram a participação. A ação é da Agência do Trabalhador de Curitiba. Os setores que mais têm vagas disponíveis são: Serviços Comércio Construção Civil Indústria Outras cidades do Paraná Agências do Trabalhador das outras cidades do Paraná também terão uma ação parecida, mas ela será realizada apenas na segunda-feira – vai ser o "Dia D". Porém, o "Dia D" ocorrerá de maneira presencial para incentivar a inclusão social e profissional de trabalhadores com deficiência e reabilitados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao mercado. Os interessados devem agendar um horário no site da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho para atendimento, por causa da pandemia do novo coronavírus. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
Curitiba tem ação para inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, com mais de 500 vagas

Agências do Trabalhador das outras cidades do Paraná também terão uma ação parecida, mas ela será realizada apenas na segunda-feira (21) – vai ser o 'Dia D'. Ação é da Agência do Trabalhador de Curitiba Aen/Divulgação Curitiba tem, a partir de segunda-feira (21), uma ação para a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. De acordo com o governo estadual, são 515 vagas. Até o dia 27 de setembro, será disponibilizado um site exclusivo para cadastro de currículos e de laudos médicos para oportunidades de emprego. Trinta e quatro empresas, conforme o governo estadual, confirmaram a participação. A ação é da Agência do Trabalhador de Curitiba. Os setores que mais têm vagas disponíveis são: Serviços Comércio Construção Civil Indústria Outras cidades do Paraná Agências do Trabalhador das outras cidades do Paraná também terão uma ação parecida, mas ela será realizada apenas na segunda-feira – vai ser o "Dia D". Porém, o "Dia D" ocorrerá de maneira presencial para incentivar a inclusão social e profissional de trabalhadores com deficiência e reabilitados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao mercado. Os interessados devem agendar um horário no site da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho para atendimento, por causa da pandemia do novo coronavírus. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.




Segundo a família, vítima de 4 anos foi enterrada neste domingo (20), em Jataizinho; decisão afirmou que liberação do corpo não prejudicaria investigação, que apura a causa do incêndio. Casa da família foi destruída por incêndio em Jataizinho Leopoldo Karam/RPC O corpo de um menino, de 4 anos, que morreu carbonizado, foi liberado para a família após determinação da Justiça, em Jataizinho, no norte do Paraná. A vítima foi atingida pelo fogo durante um incêndio na casa onde morava, e foi enterrada neste domingo (20). Segundo a polícia, a principal hipótese é de que o incêndio tenha sido acidental. Entretanto, o inquérito policial está aberto e as causas ainda estão sendo apuradas. O incêndio, que aconteceu na quinta-feira (17), também atingiu a mãe da criança. Ela foi socorrida com várias queimaduras, mas recebeu alta do Hospital Universitário em Londrina, no norte, e participou do velório deste domingo. Conforme a decisão do judiciário, de sábado (19), o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina já havia coletado o material necessário para as investigações do inquérito policial e, por isso, o corpo da criança deveria ser liberado para o velório. A Justiça entendeu que não haveria prejuízo para a investigação se o corpo fosse entregue aos familiares. A criança era a única no local do incêndio e foi reconhecida pelo pai. Incêndio Os bombeiros informaram que a criança estava sozinha em um dos cômodos da casa enquanto a mãe estava do lado de fora do imóvel cozinhando em um fogão a lenha. O pai tinha ido ao mercado na área urbana do município. De acordo com a Polícia Civil, ao perceber as chamas, a mãe entrou no imóvel por uma das portas para tentar retirar a criança, mas não conseguiu. Tentou acessar a casa por outra entrada, mas as chamas já tinham se alastrado. Assustado, o menino correu para um cômodo e não conseguiu sair de dentro da residência, ainda conforme a polícia. A mulher descobriu que a criança morreu queimada quando era socorrida pelos bombeiros. O imóvel foi completamente destruído. A Polícia Civil investiga a possibilidade de um curto-circuito ter provocado o acidente. O fogão a lenha fica afastado da casa, não foram encontrados vestígios ou rastros que possam indicar que uma faísca possa ter se alastrado e provocado o incêndio na casa. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Corpo de criança que morreu durante incêndio, em Jataizinho, é liberado após decisão da Justiça

Segundo a família, vítima de 4 anos foi enterrada neste domingo (20), em Jataizinho; decisão afirmou que liberação do corpo não prejudicaria investigação, que apura a causa do incêndio. Casa da família foi destruída por incêndio em Jataizinho Leopoldo Karam/RPC O corpo de um menino, de 4 anos, que morreu carbonizado, foi liberado para a família após determinação da Justiça, em Jataizinho, no norte do Paraná. A vítima foi atingida pelo fogo durante um incêndio na casa onde morava, e foi enterrada neste domingo (20). Segundo a polícia, a principal hipótese é de que o incêndio tenha sido acidental. Entretanto, o inquérito policial está aberto e as causas ainda estão sendo apuradas. O incêndio, que aconteceu na quinta-feira (17), também atingiu a mãe da criança. Ela foi socorrida com várias queimaduras, mas recebeu alta do Hospital Universitário em Londrina, no norte, e participou do velório deste domingo. Conforme a decisão do judiciário, de sábado (19), o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina já havia coletado o material necessário para as investigações do inquérito policial e, por isso, o corpo da criança deveria ser liberado para o velório. A Justiça entendeu que não haveria prejuízo para a investigação se o corpo fosse entregue aos familiares. A criança era a única no local do incêndio e foi reconhecida pelo pai. Incêndio Os bombeiros informaram que a criança estava sozinha em um dos cômodos da casa enquanto a mãe estava do lado de fora do imóvel cozinhando em um fogão a lenha. O pai tinha ido ao mercado na área urbana do município. De acordo com a Polícia Civil, ao perceber as chamas, a mãe entrou no imóvel por uma das portas para tentar retirar a criança, mas não conseguiu. Tentou acessar a casa por outra entrada, mas as chamas já tinham se alastrado. Assustado, o menino correu para um cômodo e não conseguiu sair de dentro da residência, ainda conforme a polícia. A mulher descobriu que a criança morreu queimada quando era socorrida pelos bombeiros. O imóvel foi completamente destruído. A Polícia Civil investiga a possibilidade de um curto-circuito ter provocado o acidente. O fogão a lenha fica afastado da casa, não foram encontrados vestígios ou rastros que possam indicar que uma faísca possa ter se alastrado e provocado o incêndio na casa. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Suspeito tinha droga escondida na mala e no calçado, segundo a PRF. Parte da droga estava escondida no calçado do suspeito, de acordo com a PRF PRF/Divulgação Haxixe foi encontrado na manhã deste domingo (20) em um ônibus que seguia de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, para Ponta Grossa – que fica na região dos Campos Gerais do estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a apreensão aconteceu na BR-277, em SantaTerezinha de Itaipu, também no oeste paranaense. A droga foi encontrada durante uma fiscalização da PRF. Um dos passageiros do ônibus, segundo a PRF, apresentou nervosismo na abordagem. Na mala dele, havia pouco mais de três quilos de haxixe.No calçado que ele usava, estava escondido um pouco mais de um quilo da droga, ainda conforme a PRF. A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil de Foz do Iguaçu. A PRF considerou o caso, a princípio, como tráfico de drogas. O suspeito e o haxixe foram levados para a delegacia. Droga apreendida em Santa Terezinha de Itaipu pesou pouco mais de quatro quilos PRF/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
Haxixe é apreendido em ônibus que seguia de Foz do Iguaçu para Ponta Grossa

Suspeito tinha droga escondida na mala e no calçado, segundo a PRF. Parte da droga estava escondida no calçado do suspeito, de acordo com a PRF PRF/Divulgação Haxixe foi encontrado na manhã deste domingo (20) em um ônibus que seguia de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, para Ponta Grossa – que fica na região dos Campos Gerais do estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a apreensão aconteceu na BR-277, em SantaTerezinha de Itaipu, também no oeste paranaense. A droga foi encontrada durante uma fiscalização da PRF. Um dos passageiros do ônibus, segundo a PRF, apresentou nervosismo na abordagem. Na mala dele, havia pouco mais de três quilos de haxixe.No calçado que ele usava, estava escondido um pouco mais de um quilo da droga, ainda conforme a PRF. A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia da Polícia Civil de Foz do Iguaçu. A PRF considerou o caso, a princípio, como tráfico de drogas. O suspeito e o haxixe foram levados para a delegacia. Droga apreendida em Santa Terezinha de Itaipu pesou pouco mais de quatro quilos PRF/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.




Dados são da Rede de Proteção, da prefeitura. Mais pessoas buscaram pela companhia de bichinhos de estimação para passar pela pandemia do novo coronavírus. Aumenta o número de adoções de animais durante a pandemia O número de bichinhos adotados em oito meses de 2020 superou todas as adoções do ano anterior, em Curitiba, de acordo com a Rede de Proteção Animal, da prefeitura. Em 2019, 101 animais foram adotados no Centro de Controle de Zoonoses; enquanto de janeiro a agosto deste ano foram 103. Mais pessoas buscaram pela companhia de animais de estimação para passar pela pandemia do novo coronavírus, que começou em março no Paraná. Pessoas em isolamento social aproveitam tempo em casa para oferecer lar temporário a pets Em cada dez casas do Paraná, seis têm cachorros; saiba como limpar os bichinhos em tempos de coronavírus Em cada dez casas do Paraná, seis têm cães Thais Kaniak/G1 Adoção responsável Porém, se um lado o isolamento social e a pandemia deram esperança de vida nova para esses animais, há o alerta sobre a adoção responsável depois que a vida voltar ao normal. "Começam a fazer as necessidades fora do lugar, destroem os móveis, e aí a pessoa começa a perder a paciência. O que era legal e positivo antes, na hora de adotar, não é mais", explicou a médica veterinária Ana Cláudia Gritz. Atualmente, 40 animais estão disponíveis para adoção. As feiras foram suspensas pela pandemia, mas é possível ir pessoalmente até o Centro de Referência para Animais em Risco (Crar). Quem vai até lá, além de ver os bichinhos de perto, recebe orientações de como cuidar de cada um. "Eles passaram por muita dor. São animais que, às vezes, ficaram machucados por muito tempo. Você passa a ser responsável por aquela vida. Os cachorros de pequeno porte vivem, em média, de 12 a 14 anos", disse a veterinária. Todos os animais do Crar são castrados, vacinados, desverminados e microchipados Giuliano Gomes/PRPress Onde fica o Crar? O Crar fica Rua Lodovico Kaminski, 1381, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O local funciona diariamente, das 9h30 às 12h e das 13h30 às 16h. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
Número de animais adotados em oito meses de 2020 supera todas as adoções do ano anterior, em Curitiba

Dados são da Rede de Proteção, da prefeitura. Mais pessoas buscaram pela companhia de bichinhos de estimação para passar pela pandemia do novo coronavírus. Aumenta o número de adoções de animais durante a pandemia O número de bichinhos adotados em oito meses de 2020 superou todas as adoções do ano anterior, em Curitiba, de acordo com a Rede de Proteção Animal, da prefeitura. Em 2019, 101 animais foram adotados no Centro de Controle de Zoonoses; enquanto de janeiro a agosto deste ano foram 103. Mais pessoas buscaram pela companhia de animais de estimação para passar pela pandemia do novo coronavírus, que começou em março no Paraná. Pessoas em isolamento social aproveitam tempo em casa para oferecer lar temporário a pets Em cada dez casas do Paraná, seis têm cachorros; saiba como limpar os bichinhos em tempos de coronavírus Em cada dez casas do Paraná, seis têm cães Thais Kaniak/G1 Adoção responsável Porém, se um lado o isolamento social e a pandemia deram esperança de vida nova para esses animais, há o alerta sobre a adoção responsável depois que a vida voltar ao normal. "Começam a fazer as necessidades fora do lugar, destroem os móveis, e aí a pessoa começa a perder a paciência. O que era legal e positivo antes, na hora de adotar, não é mais", explicou a médica veterinária Ana Cláudia Gritz. Atualmente, 40 animais estão disponíveis para adoção. As feiras foram suspensas pela pandemia, mas é possível ir pessoalmente até o Centro de Referência para Animais em Risco (Crar). Quem vai até lá, além de ver os bichinhos de perto, recebe orientações de como cuidar de cada um. "Eles passaram por muita dor. São animais que, às vezes, ficaram machucados por muito tempo. Você passa a ser responsável por aquela vida. Os cachorros de pequeno porte vivem, em média, de 12 a 14 anos", disse a veterinária. Todos os animais do Crar são castrados, vacinados, desverminados e microchipados Giuliano Gomes/PRPress Onde fica o Crar? O Crar fica Rua Lodovico Kaminski, 1381, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O local funciona diariamente, das 9h30 às 12h e das 13h30 às 16h. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.




Segundo a Polícia Ambiental, recém-nascido foi encontrado sem ferimentos, na área rural; filhote será avaliado por uma veterinária em uma fazenda no MS, neste domingo (20). Filhote de onça-parda é resgatado, em Loanda Um filhote de onça-parda foi resgatado perto de um canavial, na área rural de Loanda, no noroeste do Paraná, pela Polícia Ambiental. O animal foi recolhido neste domingo (20). De acordo com a Polícia Ambiental, o filhote é recém-nascido e não apresentava nenhum ferimento. Veja o vídeo acima. Após orientação do biólogo do Instituto Água e Terra (IAT), a onça-parda será avaliada por uma veterinária. O animal foi levado para a fazenda Green Farm, no Mato Grosso do Sul, onde receberá os cuidados necessários, segundo a polícia. O filhote foi encontrado por um trabalhador rural, que passava pelas proximidades, e ligou para o Centro de Operações Policiais Militares (Copom). Em seguida, uma equipe que estava trabalhando na Operação Hórus buscou o recém-nascido. De acordo com a Polícia Ambiental, o canavial onde o animal foi encontrado fica perto de uma região de mata. A espécie, que pode chegar aos 70 quilos quando adulta, é o mamífero terrestre com maior distribuição nas Américas, mas já foi declarada extinta da natureza em partes do continente. No Brasil, é considerada vulnerável e sofre com a expansão agrícola, segundo especialistas. Filhote foi resgatado e levado para uma fazenda, no Mato Grosso do Sul Polícia Ambiental/Divulgação VÍDEOS: Desafios da natureza Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Filhote de onça-parda é resgatado pela Polícia Ambiental, em Loanda; VÍDEO

Segundo a Polícia Ambiental, recém-nascido foi encontrado sem ferimentos, na área rural; filhote será avaliado por uma veterinária em uma fazenda no MS, neste domingo (20). Filhote de onça-parda é resgatado, em Loanda Um filhote de onça-parda foi resgatado perto de um canavial, na área rural de Loanda, no noroeste do Paraná, pela Polícia Ambiental. O animal foi recolhido neste domingo (20). De acordo com a Polícia Ambiental, o filhote é recém-nascido e não apresentava nenhum ferimento. Veja o vídeo acima. Após orientação do biólogo do Instituto Água e Terra (IAT), a onça-parda será avaliada por uma veterinária. O animal foi levado para a fazenda Green Farm, no Mato Grosso do Sul, onde receberá os cuidados necessários, segundo a polícia. O filhote foi encontrado por um trabalhador rural, que passava pelas proximidades, e ligou para o Centro de Operações Policiais Militares (Copom). Em seguida, uma equipe que estava trabalhando na Operação Hórus buscou o recém-nascido. De acordo com a Polícia Ambiental, o canavial onde o animal foi encontrado fica perto de uma região de mata. A espécie, que pode chegar aos 70 quilos quando adulta, é o mamífero terrestre com maior distribuição nas Américas, mas já foi declarada extinta da natureza em partes do continente. No Brasil, é considerada vulnerável e sofre com a expansão agrícola, segundo especialistas. Filhote foi resgatado e levado para uma fazenda, no Mato Grosso do Sul Polícia Ambiental/Divulgação VÍDEOS: Desafios da natureza Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Segundo a PRE, motorista do carro foi socorrido, mas morreu no hospital, em Santo Antônio da Platina; condutor do caminhão teve ferimentos médios. Batida aconteceu em Santo Antônio da Platina PRE/Divulgação Uma pessoa, de 57 anos, morreu e outra ficou ferida após acidente entre carro e caminhão na PR-439, em Santo Antônio da Platina, no norte pioneiro do Paraná, segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). A batida aconteceu no sábado (19). De acordo com a polícia, o motorista do carro foi socorrido, mas morreu no hospital, em Santo Antonio da Platina. O condutor do caminhão teve ferimentos médios e foi levado para um hospital, em Jacarezinho, também no norte pioneiro, segundo a PRE. Segundo a PRE, o acidente aconteceu em uma curva, próximo a entrada de uma fazenda. A causa do acidente ainda não foi esclarecida. O trecho da rodovia ficou interditado por cerca de duas horas, nos dois sentidos, após o acidente. O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina, no norte do Paraná. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Uma pessoa morre e outra fica ferida após acidente entre carro e caminhão na PR-439

Segundo a PRE, motorista do carro foi socorrido, mas morreu no hospital, em Santo Antônio da Platina; condutor do caminhão teve ferimentos médios. Batida aconteceu em Santo Antônio da Platina PRE/Divulgação Uma pessoa, de 57 anos, morreu e outra ficou ferida após acidente entre carro e caminhão na PR-439, em Santo Antônio da Platina, no norte pioneiro do Paraná, segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). A batida aconteceu no sábado (19). De acordo com a polícia, o motorista do carro foi socorrido, mas morreu no hospital, em Santo Antonio da Platina. O condutor do caminhão teve ferimentos médios e foi levado para um hospital, em Jacarezinho, também no norte pioneiro, segundo a PRE. Segundo a PRE, o acidente aconteceu em uma curva, próximo a entrada de uma fazenda. A causa do acidente ainda não foi esclarecida. O trecho da rodovia ficou interditado por cerca de duas horas, nos dois sentidos, após o acidente. O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina, no norte do Paraná. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Dois caminhões fugiram do local do acidente, de acordo com a PRF. Carro foi atingido duas vezes na BR-277, em Cascavel, por dois caminhões que, segundo a PRF, fugiram do local do acidente PRF/Divulgação Duas pessoas ficaram feridas em um acidente entre três veículos na BR-277 em Cascavel, no oeste do Paraná, na noite de sábado (19). O carro, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), seguia na rodovia no sentido que leva a Foz do Iguaçu, que também fica no oeste do estado. Ele foi atingido na lateral direita por um caminhão que, segundo a PRF, tentava acessar o retorno no canteiro central. Esse carro fugiu do local do acidente, conforme a PRF. O carro acabou ficando parado na faixa contrária e, então, ainda de acordo com a PRF, foi atingido por um 2º caminhão – que também fugiu. Esse caminhão trafegava no sentido que leva a Curitiba. Inicialmente, a PRF não havia informado qual era o tipo dos veículos que fugiram. Na manhã deste domingo (20), explicou que se trata de dois caminhões. Segundo a PRF, a motorista do carro atingido duas vezes teve ferimentos graves, e o passageiro ficou levemente ferido. Eles foram levados para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cascavel. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
Duas pessoas ficam feridas em acidente entre três veículos na BR-277, em Cascavel

Dois caminhões fugiram do local do acidente, de acordo com a PRF. Carro foi atingido duas vezes na BR-277, em Cascavel, por dois caminhões que, segundo a PRF, fugiram do local do acidente PRF/Divulgação Duas pessoas ficaram feridas em um acidente entre três veículos na BR-277 em Cascavel, no oeste do Paraná, na noite de sábado (19). O carro, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), seguia na rodovia no sentido que leva a Foz do Iguaçu, que também fica no oeste do estado. Ele foi atingido na lateral direita por um caminhão que, segundo a PRF, tentava acessar o retorno no canteiro central. Esse carro fugiu do local do acidente, conforme a PRF. O carro acabou ficando parado na faixa contrária e, então, ainda de acordo com a PRF, foi atingido por um 2º caminhão – que também fugiu. Esse caminhão trafegava no sentido que leva a Curitiba. Inicialmente, a PRF não havia informado qual era o tipo dos veículos que fugiram. Na manhã deste domingo (20), explicou que se trata de dois caminhões. Segundo a PRF, a motorista do carro atingido duas vezes teve ferimentos graves, e o passageiro ficou levemente ferido. Eles foram levados para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cascavel. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.




Segundo a PRF, motorista perdeu controle em uma curva e bateu o veículo na estrutura de um viaduto; vítima de 29 anos foi levada para o pronto atendimento de Ponta Grossa. Motorista bateu o carro na estrutura do viaduto, em Ponta Grossa PRF/Divulgação Um homem, de 29 anos, ficou gravemente ferido após perder o controle da direção e bater o carro em um muro na BR-376, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O acidente aconteceu neste domingo (20). Conforme a polícia, a vítima não tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dirigir. Ela foi socorrida pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e levada para o pronto atendimento da cidade. O acidente aconteceu após o motorista fazer uma curva embaixo do Viaduto Eurico Batista Rosas. A causa do acidente será apurada, mas, a princípio, o motivo seria excesso de velocidade, conforme a PRF. O carro foi recolhido e levado ao pátio contratado da PRF. Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
Motorista sem CNH bate carro em muro e fica gravemente ferido na BR-376, diz PRF

Segundo a PRF, motorista perdeu controle em uma curva e bateu o veículo na estrutura de um viaduto; vítima de 29 anos foi levada para o pronto atendimento de Ponta Grossa. Motorista bateu o carro na estrutura do viaduto, em Ponta Grossa PRF/Divulgação Um homem, de 29 anos, ficou gravemente ferido após perder o controle da direção e bater o carro em um muro na BR-376, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O acidente aconteceu neste domingo (20). Conforme a polícia, a vítima não tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dirigir. Ela foi socorrida pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e levada para o pronto atendimento da cidade. O acidente aconteceu após o motorista fazer uma curva embaixo do Viaduto Eurico Batista Rosas. A causa do acidente será apurada, mas, a princípio, o motivo seria excesso de velocidade, conforme a PRF. O carro foi recolhido e levado ao pátio contratado da PRF. Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.




Motorista e passageiro fugiram, de acordo com a PRE. Maconha estava dentro do carro que foi abandonado em rodovia de Umuarama PRE/Divulgação Um carro com quase 65 quilos de maconha foi apreendido da PR-323 em Umuarama, no noroeste do Paraná, no sábado (19). De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o veículo foi acompanhado por policiais por cerca de quatro quilômetros, pois a atitude do motorista era suspeita. Ele e o passageiro abandonaram o automóvel e fugiram pela mata. Ao fazer a vistoria do carro, a PRE encontrou a droga. O veículo tem placas de Guaíra, município que fica no oeste paranaense. A maconha, segundo a PRE, foi encaminhada à Delegacia de Umurarama. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Carro com quase 65 kg de maconha é apreendido na PR-323, em Umuarama

Motorista e passageiro fugiram, de acordo com a PRE. Maconha estava dentro do carro que foi abandonado em rodovia de Umuarama PRE/Divulgação Um carro com quase 65 quilos de maconha foi apreendido da PR-323 em Umuarama, no noroeste do Paraná, no sábado (19). De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o veículo foi acompanhado por policiais por cerca de quatro quilômetros, pois a atitude do motorista era suspeita. Ele e o passageiro abandonaram o automóvel e fugiram pela mata. Ao fazer a vistoria do carro, a PRE encontrou a droga. O veículo tem placas de Guaíra, município que fica no oeste paranaense. A maconha, segundo a PRE, foi encaminhada à Delegacia de Umurarama. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




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VÍDEOS: Caminhos do Campo de domingo, 20 de setembro

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O Paraná responde por apenas 5% da produção nacional de flores e plantas ornamentais. É um estado que mais consome do que produz. Bloco 01 Caminhos do Campo (20 09 2020) A primavera começa na terça-feira (22), e o Caminhos do Campo antecipa a estação mais florida, com foco no que o setor da jardinagem, um dos mais afetados durante a pandemia, está fazendo para sair da crise. No norte do estado, em Marialva, capital das rosas, tem produtor trabalhando de empregado para outros agricultores para pagar as contas. Nos Campos Gerais, no maior viveiro de bonsais da América do Sul, as vendas dispararam. Qual será a explicação para uma produção maior do que até mesmo antes da pandemia? Outro negócio que também vai muito bem atualmente é o das suculentas. Ainda vamos mostrar que flor também tem sabor, vamos ensinar a receita de um bolo coberto e recheado com pétalas de rosas. É o Caminhos do Campo dando as boas-vindas à primavera. O Paraná responde por apenas 5% da produção nacional de flores e plantas ornamentais. É um estado que mais consome do que produz. Mesmo assim, são quase mil propriedades atuando neste mercado, que foi um dos mais impactados pela crise desencadeada pela pandemia. Luiz Carlos Ferreira, por exemplo, vem lutando contra a crise provocada pela pandemia que levou 70% da sua produção de flores. A venda de crisântemos, principal produto do viveiro, foi péssima no dia das mães, uma data importante para quem trabalha no setor. Mais de 15 mil vasos foram jogados fora pela baixa procura. Produtores de flores falam de crise por causa da pandemia do coronavírus Reprodução/RPC "Em 25 anos de produção de flores nunca passamos por uma situação dessa. Uma pandemia parar o mundo. Então, é difícil a gente assimilar isso com a realidade nossa que era de produzir bastante flor e hoje estar com pouca produção. Caiu bastante o consumo de flores, principalmente em decoração, funerárias. E se diminuiu as vendas a gente tem que diminuir a produção, né?", explica Luiz. Das 60 estufas dele, 20 estão desativadas. Dos 35 funcionários, só restaram oito. Cinco mil mudas eram plantadas por semana. Agora, não chega a mil a cada quinze dias. A situação também está crítica para vários produtores de Uniflor. Quem não está desativando a estufa, está tentando aproveitar o espaço de outra forma. Na propriedade do produtor Antônio Carlos Ferreira, que antes tinha crisântemo, agora com a baixa procura, está tentando substituir a produção com outras espécies para diminuir o prejuízo. "Para não ficar com as estufas paradas e não dispensar todos os funcionários também, porque a gente acaba ficando com a minoria. E para tentar fazer dinheiro com esse outro tipo de flor", comenta Antônio. Uniflor é uma das maiores produtoras de flores do Paraná. Foi responsável pela produção de mais de 5 milhões de unidades no ano passado. Entre as flores cultivadas no município, os crisântemos se destacam. No estado, eles representam 11% da produção de flores ornamentais. Veja a relação das principais regiões produtoras de flores no estado, em 2019, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Mas a queda na comercialização também foi grande quando consideradas todas as espécies cultivadas no estado. Em fevereiro foram comercializadas 57 toneladas de flores no paraná. Em abril, as vendas caíram para 10 toneladas. Paulo Andrade é o responsável pelo setor de floricultura do Departamento de Economia Rural, da Seab. Ele afirma que o Paraná tem 900 propriedades voltadas à produção de flores. São propriedades pequenas, da agricultura familiar, mas que empregam muita mão de obra. "No Brasil, ao redor de 210 mil pessoas atuam com floricultura, desde a produção no campo até o atacado e varejo e distribuição para o consumidor final. A gente percebe que, só no varejo, é ao redor de 50% a população envolvida. Então, existem transportadoras, existe toda uma logística no país da comercialização e distribuição deste produto, tendo em vista que o estado vizinho, São Paulo, é o maior produtor nacional e cerca de quatro a cinco municípios respondem por 40% de toda a produção nacional. Isso faz com que, para todo o brasil, haja uma estratégia de distribuição dessas flores e deste grande comércio que muitas vezes passa desapercebido no nosso dia a dia, diz Paulo. Agora, os produtores apostam no Dia de Finados, uma das melhores datas para o setor. No caso do Antônio, das 25 estufas, 15 estão reservadas à produção desta época. "A gente tinha uma programação, né, de mil e quinhentos vasos, hoje eu tô com menos de mil, 900 vasos... semanal né?! E para Finados, eu diminuí em torno de 40% a 50% também. É um risco né? A gente perdeu já na safra de Dia dos Pais e Dia das Mães, devido a muitos cemitérios fechados né? E o crisântemo vende muito para cemitérios, resolvi diminuir para não perder mais. Mesmo assim estamos arriscando", disse. Já o produtor Luiz tem aproveitado parte dos canteiros para plantar tomates. São 1,8 mil pés. Um dinheiro a mais que vai entrar até que o mercado volte ao normal. "Produtor gosta de produzir, ideal é que acabasse logo isso pra gente voltar a trabalhar e produzir a beleza do país", finaliza. Em Marialva, capital estadual das rosas, a situação dos produtores de flores também não está fácil. Sem eventos, sem festas de casamento e de aniversário e até mesmo com funerais mais modestos, quem vive da produção de flores diz que nunca viveu uma crise tão severa. Os canteiros vazios mostram que alguma coisa não vai bem no relacionamento do Claudinei Aparecido Zanin com as rosas. Depois de quase dez anos, e algumas crises pontuais, ele diz que nunca viveu um momento tão ruim como agora. Por conta da pandemia do coronavírus, a procura pelas flores murcharam e o jeito foi erradicar boa parte dos canteiros. "Sem eventos não tem comércio. A gente vai comercializar o quê? Então, a gente ficou sem opção", diz o agricultor. O sítio, em Marialva, é arrendado e sem compradores para as rosas que restaram. Claudinei tem que trabalhar como empregado de outros agricultores para pagar as contas. "Porque eu não consigo manter isso aqui. Só com a produção daqui eu não tô conseguindo. Então, a gente achou outra alternativa de sair trabalhar a diária. No fim de semana, a gente trabalha o que dá para fazer aqui, à tarde a gente chega a vai fazendo. Não tá fácil", lamenta. O tempo que ainda lida no sítio, Claudinei passou a dedicar aos crisântemos, geralmente usados em funerais. Só que as vendas de flores para velórios também caíram com a pandemia. "Eu mudei de cultura, na verdade, mas também não surtiu efeito. Porque eu perdi bastante. Este ano para flor de corte eu acho que já tá perdido". Já a Fabiana Gato dos Santos pensa diferente. "Enquanto muitos estão querendo desistir, eu tô querendo continuar. Porque a gente veio para cá com esse foco e não vai ser um vírus que vai fazer a gente desistir. Então, a gente tá lutando, fácil não tá pra ninguém, tá difícil, mas a gente vai continuar nas flores", garante. Ela e o marido vieram de Sorocaba, no interior de São Paulo. Compraram um sítio de dois hectares e meio em Marialva para plantar rosas. Tudo ia bem, investiram na construção de estufas, sistema de irrigação. Só que aí veio a pandemia. "Acabaram os eventos, diminuíram as vendas automaticamente. Muitas perdas. Este ano, depois do Dia das Mães, o projeto era ampliar. Fazer nossa casa. No fim deu tudo errado". A ideia do casal era construir mais uma estufa ainda este ano. Os planos foram adiados para 2021, porque por enquanto não está sobrando dinheiro nem para o conserto de parte da cobertura que foi levada pelo vento. "Por enquanto, eu não tenho para gastar. E como os pés não vão morrer se ficarem descobertos, então vou esperar mais uns dois ou três meses para ver como o cenário vai reagir. Na hora que perceber que o negócio vai andar, nós vamos lá e deixamos tudo em ordem de novo", comenta o marido da Fabiana, Ronaldo Pagani. A esperança de Fabiana é voltar a vender as três mil dúzias de rosas por mês que vendia antes do coronavírus. Hoje, são apenas 400 dúzias. Como não adianta produzir tanto, os canteiros ao ar livre foram deixados um pouco de lado. O manejo é feito somente nas estufas com a poda controlada para o descarte. "Se eu não cortar, não vai produzir outra. E eu preciso que esta esteja sempre produzindo. Se eu deixar aqui, começa a juntar bicho. A doença vai entrando na rosa e depois fica difícil de controlar. E é assim, de flor em flor, que mesmo com os espinhos enfrentados em 2020, Fabiana e Ronaldo continuam apostando na beleza das rosas. "Desistir é coisa que não está em nossos planos. Porque não há mal que dure para sempre. Então, se tá ruim agora, tem que olhar o horizonte e saber que vai melhorar. E quando melhorar, quem tiver no mercado vai recuperar o prejuízo e ter um lucro para fazer um churrasco ainda", Ronaldo fala animado. Veja mais notícias na página do Caminhos do Campo.
Sem eventos por causa da pandemia, produtores de flores reclamam de crise no setor

O Paraná responde por apenas 5% da produção nacional de flores e plantas ornamentais. É um estado que mais consome do que produz. Bloco 01 Caminhos do Campo (20 09 2020) A primavera começa na terça-feira (22), e o Caminhos do Campo antecipa a estação mais florida, com foco no que o setor da jardinagem, um dos mais afetados durante a pandemia, está fazendo para sair da crise. No norte do estado, em Marialva, capital das rosas, tem produtor trabalhando de empregado para outros agricultores para pagar as contas. Nos Campos Gerais, no maior viveiro de bonsais da América do Sul, as vendas dispararam. Qual será a explicação para uma produção maior do que até mesmo antes da pandemia? Outro negócio que também vai muito bem atualmente é o das suculentas. Ainda vamos mostrar que flor também tem sabor, vamos ensinar a receita de um bolo coberto e recheado com pétalas de rosas. É o Caminhos do Campo dando as boas-vindas à primavera. O Paraná responde por apenas 5% da produção nacional de flores e plantas ornamentais. É um estado que mais consome do que produz. Mesmo assim, são quase mil propriedades atuando neste mercado, que foi um dos mais impactados pela crise desencadeada pela pandemia. Luiz Carlos Ferreira, por exemplo, vem lutando contra a crise provocada pela pandemia que levou 70% da sua produção de flores. A venda de crisântemos, principal produto do viveiro, foi péssima no dia das mães, uma data importante para quem trabalha no setor. Mais de 15 mil vasos foram jogados fora pela baixa procura. Produtores de flores falam de crise por causa da pandemia do coronavírus Reprodução/RPC "Em 25 anos de produção de flores nunca passamos por uma situação dessa. Uma pandemia parar o mundo. Então, é difícil a gente assimilar isso com a realidade nossa que era de produzir bastante flor e hoje estar com pouca produção. Caiu bastante o consumo de flores, principalmente em decoração, funerárias. E se diminuiu as vendas a gente tem que diminuir a produção, né?", explica Luiz. Das 60 estufas dele, 20 estão desativadas. Dos 35 funcionários, só restaram oito. Cinco mil mudas eram plantadas por semana. Agora, não chega a mil a cada quinze dias. A situação também está crítica para vários produtores de Uniflor. Quem não está desativando a estufa, está tentando aproveitar o espaço de outra forma. Na propriedade do produtor Antônio Carlos Ferreira, que antes tinha crisântemo, agora com a baixa procura, está tentando substituir a produção com outras espécies para diminuir o prejuízo. "Para não ficar com as estufas paradas e não dispensar todos os funcionários também, porque a gente acaba ficando com a minoria. E para tentar fazer dinheiro com esse outro tipo de flor", comenta Antônio. Uniflor é uma das maiores produtoras de flores do Paraná. Foi responsável pela produção de mais de 5 milhões de unidades no ano passado. Entre as flores cultivadas no município, os crisântemos se destacam. No estado, eles representam 11% da produção de flores ornamentais. Veja a relação das principais regiões produtoras de flores no estado, em 2019, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Mas a queda na comercialização também foi grande quando consideradas todas as espécies cultivadas no estado. Em fevereiro foram comercializadas 57 toneladas de flores no paraná. Em abril, as vendas caíram para 10 toneladas. Paulo Andrade é o responsável pelo setor de floricultura do Departamento de Economia Rural, da Seab. Ele afirma que o Paraná tem 900 propriedades voltadas à produção de flores. São propriedades pequenas, da agricultura familiar, mas que empregam muita mão de obra. "No Brasil, ao redor de 210 mil pessoas atuam com floricultura, desde a produção no campo até o atacado e varejo e distribuição para o consumidor final. A gente percebe que, só no varejo, é ao redor de 50% a população envolvida. Então, existem transportadoras, existe toda uma logística no país da comercialização e distribuição deste produto, tendo em vista que o estado vizinho, São Paulo, é o maior produtor nacional e cerca de quatro a cinco municípios respondem por 40% de toda a produção nacional. Isso faz com que, para todo o brasil, haja uma estratégia de distribuição dessas flores e deste grande comércio que muitas vezes passa desapercebido no nosso dia a dia, diz Paulo. Agora, os produtores apostam no Dia de Finados, uma das melhores datas para o setor. No caso do Antônio, das 25 estufas, 15 estão reservadas à produção desta época. "A gente tinha uma programação, né, de mil e quinhentos vasos, hoje eu tô com menos de mil, 900 vasos... semanal né?! E para Finados, eu diminuí em torno de 40% a 50% também. É um risco né? A gente perdeu já na safra de Dia dos Pais e Dia das Mães, devido a muitos cemitérios fechados né? E o crisântemo vende muito para cemitérios, resolvi diminuir para não perder mais. Mesmo assim estamos arriscando", disse. Já o produtor Luiz tem aproveitado parte dos canteiros para plantar tomates. São 1,8 mil pés. Um dinheiro a mais que vai entrar até que o mercado volte ao normal. "Produtor gosta de produzir, ideal é que acabasse logo isso pra gente voltar a trabalhar e produzir a beleza do país", finaliza. Em Marialva, capital estadual das rosas, a situação dos produtores de flores também não está fácil. Sem eventos, sem festas de casamento e de aniversário e até mesmo com funerais mais modestos, quem vive da produção de flores diz que nunca viveu uma crise tão severa. Os canteiros vazios mostram que alguma coisa não vai bem no relacionamento do Claudinei Aparecido Zanin com as rosas. Depois de quase dez anos, e algumas crises pontuais, ele diz que nunca viveu um momento tão ruim como agora. Por conta da pandemia do coronavírus, a procura pelas flores murcharam e o jeito foi erradicar boa parte dos canteiros. "Sem eventos não tem comércio. A gente vai comercializar o quê? Então, a gente ficou sem opção", diz o agricultor. O sítio, em Marialva, é arrendado e sem compradores para as rosas que restaram. Claudinei tem que trabalhar como empregado de outros agricultores para pagar as contas. "Porque eu não consigo manter isso aqui. Só com a produção daqui eu não tô conseguindo. Então, a gente achou outra alternativa de sair trabalhar a diária. No fim de semana, a gente trabalha o que dá para fazer aqui, à tarde a gente chega a vai fazendo. Não tá fácil", lamenta. O tempo que ainda lida no sítio, Claudinei passou a dedicar aos crisântemos, geralmente usados em funerais. Só que as vendas de flores para velórios também caíram com a pandemia. "Eu mudei de cultura, na verdade, mas também não surtiu efeito. Porque eu perdi bastante. Este ano para flor de corte eu acho que já tá perdido". Já a Fabiana Gato dos Santos pensa diferente. "Enquanto muitos estão querendo desistir, eu tô querendo continuar. Porque a gente veio para cá com esse foco e não vai ser um vírus que vai fazer a gente desistir. Então, a gente tá lutando, fácil não tá pra ninguém, tá difícil, mas a gente vai continuar nas flores", garante. Ela e o marido vieram de Sorocaba, no interior de São Paulo. Compraram um sítio de dois hectares e meio em Marialva para plantar rosas. Tudo ia bem, investiram na construção de estufas, sistema de irrigação. Só que aí veio a pandemia. "Acabaram os eventos, diminuíram as vendas automaticamente. Muitas perdas. Este ano, depois do Dia das Mães, o projeto era ampliar. Fazer nossa casa. No fim deu tudo errado". A ideia do casal era construir mais uma estufa ainda este ano. Os planos foram adiados para 2021, porque por enquanto não está sobrando dinheiro nem para o conserto de parte da cobertura que foi levada pelo vento. "Por enquanto, eu não tenho para gastar. E como os pés não vão morrer se ficarem descobertos, então vou esperar mais uns dois ou três meses para ver como o cenário vai reagir. Na hora que perceber que o negócio vai andar, nós vamos lá e deixamos tudo em ordem de novo", comenta o marido da Fabiana, Ronaldo Pagani. A esperança de Fabiana é voltar a vender as três mil dúzias de rosas por mês que vendia antes do coronavírus. Hoje, são apenas 400 dúzias. Como não adianta produzir tanto, os canteiros ao ar livre foram deixados um pouco de lado. O manejo é feito somente nas estufas com a poda controlada para o descarte. "Se eu não cortar, não vai produzir outra. E eu preciso que esta esteja sempre produzindo. Se eu deixar aqui, começa a juntar bicho. A doença vai entrando na rosa e depois fica difícil de controlar. E é assim, de flor em flor, que mesmo com os espinhos enfrentados em 2020, Fabiana e Ronaldo continuam apostando na beleza das rosas. "Desistir é coisa que não está em nossos planos. Porque não há mal que dure para sempre. Então, se tá ruim agora, tem que olhar o horizonte e saber que vai melhorar. E quando melhorar, quem tiver no mercado vai recuperar o prejuízo e ter um lucro para fazer um churrasco ainda", Ronaldo fala animado. Veja mais notícias na página do Caminhos do Campo.




Em Porto Amazonas, as vendas de bonsais aumentaram 30% em relação aos meses de recorde. Bloco 02 Caminhos do Campo (20 09 2020) No segundo bloco do programa, o Caminhos do Campo foi conhecer o maior viveiro de bonsais da América do Sul, que fica nos Campos Gerais. Agora, na pandemia as vendas dispararam. Se por um lado os produtores de flores de corte tiveram grandes prejuízos pela pandemia, há quem tem se dado muito bem. Em Porto Amazonas, as vendas de bonsais estão em alta. As vendas aumentaram 30% em relação aos meses de recorde. "No começo foi difícil, há três meses as pessoas começaram a procurar bastante. Com o isolamento, a natureza é um meio de relaxar", diz o agrônomo Carlos Tramujas. São mais de 100 espécies de árvores em miniatura, e o estoque chega a 10 mil plantas. Daqui tem bonsai indo pra todo canto do país. Produtores de suculentas comemoram aumento nas vendas Reprodução/RPC "A gente manda muito para o sudeste, Manaus, Belém. Até Uruguai", relata o encarregado do viveiro, Rafael Rodrigues Coelho. O viveiro tem bonsai dos mais variados tipos de árvore. Elas podem ser enormes, como a sequoia norte-americana, que chega a ser uma das maiores árvores do mundo. Mas ainda cabem dentro do vaso por causa da arte oriental milenar. A arte está mesmo no que mantem a árvore em pé. "Quanto mais distribuídas as raízes, maior o valor artisticamente", explica o sócio do viveiro, Edson Anderman. Tem bonsai de 5 centímetros, de 1 metro e 80 centímetros de altura. O preço varia de R$ 30 até R$ 30 mil reais. Como árvores adultas dão de comer e as flores para apreciar. Eles têm uma beleza que mistura o natural e a intervenção humana. E o bonsaísta é muito responsável pela sua criação. O período de pandemia também impulsionou as vendas na internet, e as fotos são o primeiro flerte de bonsaístas de longe com esse encanto. Dos Campos Gerais, vamos para o norte do estado, onde o colorido das orquídeas contrasta com os tons mais discretos das suculentas. Contrasta também com o bom momento dessas plantinhas resistentes que não precisam de muita água para sobreviver. As vendas das suculentas também vão muito bem. O Viveiro em Rolândia tem 6 estufas em 900 metros quadrados. Produção comercial que começou há 3 anos e aumenta mês a mês. A Sueli e o marido plantam em média 1500 mudas por dia. "Tem que plantar todo dia senão fica sem", garante. Nem todas vingam, mas a produção precisa ser grande porque a demanda aumentou nesse período de pandemia. "Foi muita surpresa, depois da pandemia muita gente que não gostava de planta começou a plantar, muitos chegam aqui falando, não posso ir ao shopping, não posso comprar roupa, então vou comprar suculenta", acrescentou. Os preços variam muito e aumentam quanto mais rara for a espécie. No viveiro da Sueli tem suculenta de R$ 15, de R$ 180 e até mais cara de R$ 360. Boa parte das vendas é pela internet, por redes sociais. " Pedem fotos pelo celular e querem a entrega", explica Luana Cristina Campaner, encarregada pelas vendas. A família da Sueli encontrou debaixo das estufas a possibilidade de melhorar a renda do pequeno sítio de dois hectares e meio. Eles têm um aviário, mas é das suculentas que tem saído a maior renda. Veja mais notícias na página do Caminhos do Campo.
Produtores de bonsais, orquídeas e suculentas comemoram aumento nas vendas durante a pandemia

Em Porto Amazonas, as vendas de bonsais aumentaram 30% em relação aos meses de recorde. Bloco 02 Caminhos do Campo (20 09 2020) No segundo bloco do programa, o Caminhos do Campo foi conhecer o maior viveiro de bonsais da América do Sul, que fica nos Campos Gerais. Agora, na pandemia as vendas dispararam. Se por um lado os produtores de flores de corte tiveram grandes prejuízos pela pandemia, há quem tem se dado muito bem. Em Porto Amazonas, as vendas de bonsais estão em alta. As vendas aumentaram 30% em relação aos meses de recorde. "No começo foi difícil, há três meses as pessoas começaram a procurar bastante. Com o isolamento, a natureza é um meio de relaxar", diz o agrônomo Carlos Tramujas. São mais de 100 espécies de árvores em miniatura, e o estoque chega a 10 mil plantas. Daqui tem bonsai indo pra todo canto do país. Produtores de suculentas comemoram aumento nas vendas Reprodução/RPC "A gente manda muito para o sudeste, Manaus, Belém. Até Uruguai", relata o encarregado do viveiro, Rafael Rodrigues Coelho. O viveiro tem bonsai dos mais variados tipos de árvore. Elas podem ser enormes, como a sequoia norte-americana, que chega a ser uma das maiores árvores do mundo. Mas ainda cabem dentro do vaso por causa da arte oriental milenar. A arte está mesmo no que mantem a árvore em pé. "Quanto mais distribuídas as raízes, maior o valor artisticamente", explica o sócio do viveiro, Edson Anderman. Tem bonsai de 5 centímetros, de 1 metro e 80 centímetros de altura. O preço varia de R$ 30 até R$ 30 mil reais. Como árvores adultas dão de comer e as flores para apreciar. Eles têm uma beleza que mistura o natural e a intervenção humana. E o bonsaísta é muito responsável pela sua criação. O período de pandemia também impulsionou as vendas na internet, e as fotos são o primeiro flerte de bonsaístas de longe com esse encanto. Dos Campos Gerais, vamos para o norte do estado, onde o colorido das orquídeas contrasta com os tons mais discretos das suculentas. Contrasta também com o bom momento dessas plantinhas resistentes que não precisam de muita água para sobreviver. As vendas das suculentas também vão muito bem. O Viveiro em Rolândia tem 6 estufas em 900 metros quadrados. Produção comercial que começou há 3 anos e aumenta mês a mês. A Sueli e o marido plantam em média 1500 mudas por dia. "Tem que plantar todo dia senão fica sem", garante. Nem todas vingam, mas a produção precisa ser grande porque a demanda aumentou nesse período de pandemia. "Foi muita surpresa, depois da pandemia muita gente que não gostava de planta começou a plantar, muitos chegam aqui falando, não posso ir ao shopping, não posso comprar roupa, então vou comprar suculenta", acrescentou. Os preços variam muito e aumentam quanto mais rara for a espécie. No viveiro da Sueli tem suculenta de R$ 15, de R$ 180 e até mais cara de R$ 360. Boa parte das vendas é pela internet, por redes sociais. " Pedem fotos pelo celular e querem a entrega", explica Luana Cristina Campaner, encarregada pelas vendas. A família da Sueli encontrou debaixo das estufas a possibilidade de melhorar a renda do pequeno sítio de dois hectares e meio. Eles têm um aviário, mas é das suculentas que tem saído a maior renda. Veja mais notícias na página do Caminhos do Campo.




As pétalas saem do jardim da Marilda, moradora de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba; ela planta flores comestíveis há 14 anos. Bloco 03 Caminhos do Campo (20 09 2020) E no terceiro bloco, o Caminhos traz uma receita inusitada. Pra quem está acostumado com a beleza das rosas para decoração, vai aprender a usar a flor na culinária. Vamos ensinar um bolo com cobertura e recheio feitos de rosas. Bolo de pétalas de rosas Reprodução/RPC As pétalas saem do jardim da Marilda, moradora de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Ela planta flores comestíveis há 14 anos. Ela quem teve a ideia de fazer um bolo de rosas. Ingredientes da massa 300 g de farinha de trigo 150 g de açúcar 1 colher (de chá) de sal 10 g de fermento químico em pó 4 ovos 1 copo de iogurte natural 30 ml de óleo de girassol 2 rosas Modo de fazer O preparo começa na mistura de todos os ingredientes secos para o bolo ficar mais saboroso. Bata no liquidificador os ovos, o óleo e o iogurte. Depois, é só juntar e misturar os ingredientes secos. Por último vão as pétalas de rosa. Cada uma tem sua peculiaridade, sabor, perfume e textura. A massa é dividia em duas formas. E assa em 35 minutos. Enquanto o bolo assa, prepare o recheio e a cobertura. Ingredientes para o recheio Meia lata de leite condensado 1 limão 10 g de rosa Modo de preparo do recheio Misture o leite condensado com o limão e depois incorpore as pétalas de rosa. Ingredientes cobertura 1 pote de nata 4 colheres de açúcar de confeiteiro Modo de preparo da cobertura Bata até ficar com a textura de chantilly. Bolo assado, é hora de montar. Cubra uma massa com o recheio, depois coloque a outra massa em cima. Decore com a cobertura e com pétalas de rosas comestíveis. Atenção, antes de fazer essa receita certifique de que a flor é comestível, sem uso de agrotóxico. Veja mais receitas na página Receitas Paranaenses.
Agricultora paranaense ensina a preparar bolo com pétalas de rosa

As pétalas saem do jardim da Marilda, moradora de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba; ela planta flores comestíveis há 14 anos. Bloco 03 Caminhos do Campo (20 09 2020) E no terceiro bloco, o Caminhos traz uma receita inusitada. Pra quem está acostumado com a beleza das rosas para decoração, vai aprender a usar a flor na culinária. Vamos ensinar um bolo com cobertura e recheio feitos de rosas. Bolo de pétalas de rosas Reprodução/RPC As pétalas saem do jardim da Marilda, moradora de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Ela planta flores comestíveis há 14 anos. Ela quem teve a ideia de fazer um bolo de rosas. Ingredientes da massa 300 g de farinha de trigo 150 g de açúcar 1 colher (de chá) de sal 10 g de fermento químico em pó 4 ovos 1 copo de iogurte natural 30 ml de óleo de girassol 2 rosas Modo de fazer O preparo começa na mistura de todos os ingredientes secos para o bolo ficar mais saboroso. Bata no liquidificador os ovos, o óleo e o iogurte. Depois, é só juntar e misturar os ingredientes secos. Por último vão as pétalas de rosa. Cada uma tem sua peculiaridade, sabor, perfume e textura. A massa é dividia em duas formas. E assa em 35 minutos. Enquanto o bolo assa, prepare o recheio e a cobertura. Ingredientes para o recheio Meia lata de leite condensado 1 limão 10 g de rosa Modo de preparo do recheio Misture o leite condensado com o limão e depois incorpore as pétalas de rosa. Ingredientes cobertura 1 pote de nata 4 colheres de açúcar de confeiteiro Modo de preparo da cobertura Bata até ficar com a textura de chantilly. Bolo assado, é hora de montar. Cubra uma massa com o recheio, depois coloque a outra massa em cima. Decore com a cobertura e com pétalas de rosas comestíveis. Atenção, antes de fazer essa receita certifique de que a flor é comestível, sem uso de agrotóxico. Veja mais receitas na página Receitas Paranaenses.



Situação de violência doméstica ocorreu em Floresta, no norte do Paraná, neste sábado (19). Homem foi preso e levado à delegacia de Maringá. Uma mulher, de 51 anos, sofreu queimaduras de segundo grau em 50% do corpo depois de, segundo a Polícia Militar (PM), o companheiro jogou nela uma panela com água fervente. A situação de violência doméstica ocorreu neste sábado (19), em Floresta, no norte do Paraná. A Polícia Militar descobriu o caso depois de ser chamada pelo Hospital Municipal de Floresta. A vítima contou aos policiais que seu companheiro, de 43 anos, chegou transtornado em casa e após uma discussão o homem jogou a água. O suspeito estava no hospital e foi preso. Ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil em Maringá. A vítima foi transferida ao Hospital Universitário em Maringá. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Mulher tem 50% do corpo queimado após ser atingida por água fervente pelo companheiro, diz PM
Situação de violência doméstica ocorreu em Floresta, no norte do Paraná, neste sábado (19). Homem foi preso e levado à delegacia de Maringá. Uma mulher, de 51 anos, sofreu queimaduras de segundo grau em 50% do corpo depois de, segundo a Polícia Militar (PM), o companheiro jogou nela uma panela com água fervente. A situação de violência doméstica ocorreu neste sábado (19), em Floresta, no norte do Paraná. A Polícia Militar descobriu o caso depois de ser chamada pelo Hospital Municipal de Floresta. A vítima contou aos policiais que seu companheiro, de 43 anos, chegou transtornado em casa e após uma discussão o homem jogou a água. O suspeito estava no hospital e foi preso. Ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil em Maringá. A vítima foi transferida ao Hospital Universitário em Maringá. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Paraná. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Paraná.
VÍDEOS: Boa Noite Paraná de sábado, 19 de setembro

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Acidente aconteceu por volta das 14h deste sábado (19), na região norte do Paraná. Motorista morreu na PR-160, em Congonhinhas, após bater em um caminhão Divulgação/PRE Um motorista de 33 anos morreu em um acidente com um caminhão por volta das 14h deste sábado (19), na PR-160, em Congonhinhas, no norte do Paraná. O caminhoneiro não ficou ferido e disse aos policiais que a vítima estava em alta velocidade, perdeu o controle do carro, rodou na pista e bateu na carreta, que seguia no sentido contrário da pista. O condutor era funcionário público da Prefeitura de Figueira e estava indo buscar um paciente em Santa Mariana, segundo a polícia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Motorista morre após bater em caminhão na PR-160, em Congonhinhas

Acidente aconteceu por volta das 14h deste sábado (19), na região norte do Paraná. Motorista morreu na PR-160, em Congonhinhas, após bater em um caminhão Divulgação/PRE Um motorista de 33 anos morreu em um acidente com um caminhão por volta das 14h deste sábado (19), na PR-160, em Congonhinhas, no norte do Paraná. O caminhoneiro não ficou ferido e disse aos policiais que a vítima estava em alta velocidade, perdeu o controle do carro, rodou na pista e bateu na carreta, que seguia no sentido contrário da pista. O condutor era funcionário público da Prefeitura de Figueira e estava indo buscar um paciente em Santa Mariana, segundo a polícia. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.



O G1 lista os principais destaques dos telejornais da RPC deste sábado (19). Saiba os endereços, telefones e os sites das reportagens exibidas. G1 Paraná Boa Noite Paraná >>> E se você puder colaborar, o projeto SOS Vila Torres ainda precisa de mais de 900 cestas básicas para entregar na semana que vem. Você pode levar a doação direto na capela Nossa Senhora Aparecida, no Prado Velho, ao lado do Portão da PUC, na Rua Guabirotuba, 770. O contato da igreja é o (41) 99963-2350 (Padre Joaquim Parrón). Saiba como fazer doações para a Central Única das Favelas (Cufa). >>> O endereço da sociedade protetora dos animais para quem tiver interesse em adotar um bichinho é na Rua Lodovico Kaminski, 1381, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O local funciona diariamente, das 9h30 às 12h, e das 13h30 às 16h. Veja mais notícias no G1 Paraná.
RPC: veja as informações adicionais das reportagens do dia 19/09/2020
O G1 lista os principais destaques dos telejornais da RPC deste sábado (19). Saiba os endereços, telefones e os sites das reportagens exibidas. G1 Paraná Boa Noite Paraná >>> E se você puder colaborar, o projeto SOS Vila Torres ainda precisa de mais de 900 cestas básicas para entregar na semana que vem. Você pode levar a doação direto na capela Nossa Senhora Aparecida, no Prado Velho, ao lado do Portão da PUC, na Rua Guabirotuba, 770. O contato da igreja é o (41) 99963-2350 (Padre Joaquim Parrón). Saiba como fazer doações para a Central Única das Favelas (Cufa). >>> O endereço da sociedade protetora dos animais para quem tiver interesse em adotar um bichinho é na Rua Lodovico Kaminski, 1381, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O local funciona diariamente, das 9h30 às 12h, e das 13h30 às 16h. Veja mais notícias no G1 Paraná.




Relatório da Sesa divulgado neste sábado (19) mostra que o estado teve aumento de 1.536 novos diagnósticos e 26 óbitos pela Covid-19, em comparação com o dia anterior. Novo coronavírus infectou mais de 160 mil paranaenses NEXU Science Communication/via REUTERS Com mais 1.536 novos diagnósticos positivos para o novo coronavírus, o Paraná registra a marca de 161.764 casos da doença, segundo boletim divulgado neste sábado (19) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). O total de mortes no estado chegou a 4.050, conforme o relatório. Os números mostram aumento de 26 óbitos pela doença, se comparados aos dados do dia anterior. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias PANDEMIA EM NÚMEROS: Confira o mapa com os dados por cidade Desde o início da pandemia, de acordo com o relatório, 114.358 pessoas se recuperaram da Covid-19 no estado, o que representa uma taxa de recuperação de 70,7%. Novas mortes A Sesa informou que as 26 vítimas que morreram estavam internadas e os óbitos ocorreram entre os dias 14 de agosto e 19 setembro. São 11 mulheres e 15 homens, com idades que variam de 50 a 99 anos. Curitiba - 7 novas mortes; Campo Largo - 3 novas mortes; Bandeirantes - 2 novas mortes; Telêmaco Borba - 2 novas mortes; Altamira do Paraná, Apucarana, Cianorte, Clevelândia, Colombo, Congonhinhas, Foz do Iguaçu, Guaratuba, Marilândia do Sul, Pinhais, Piraquara e Ponta Grossa - 1 nova morte cada. Veja no quadro o perfil das vítimas. Mortes por Covid-19 A taxa de letalidade da Covid-19 no Paraná continua em 2,5%. As vítimas têm idade média de 68,6 anos, sendo que 60% eram homens. Internamentos Na rede pública e privada de saúde, 1.073 pacientes estão hospitalizados com diagnóstico de coronavírus. Destes, 512 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O Paraná tem ainda outros 1.182 internamentos de pessoas com suspeita de Covid-19, sendo que 507 estão na UTI e 675 em leitos a clínicos. Somando os casos suspeitos e confirmados, o estado registra 2.120 internamentos relacionados à Covid-19, com 959 pacientes na UTI e 1.161 na enfermaria. Ocupação de leitos Veja a seguir como está a taxa de ocupação de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para pacientes com suspeita ou diagnóstico de Covid-19 no Paraná: 72% dos 1.095 leitos de UTI adulta 44% dos 1.529 leitos de enfermaria adulta 32% dos 44 leitos de UTI pediátrica 20% dos 59 leitos de enfermaria pediátrica A secretaria também analisa a ocupação de leitos por regiões do estado. Neste caso, o Paraná se divide em quatro macrorregiões, sendo que a Leste apresenta a maior taxa entre os leitos de UTI para adultos. A área Leste abrange cidades das regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava e litoral do estado. Confira abaixo a ocupação dos leitos de UTI para adultos no SUS por macrorregião: Leste: 83% Norte: 65% Oeste: 65% Noroeste: 47% Casos por cidade Dos 399 municípios, 398 têm casos confirmados. Apenas Laranja não tem casos confirmados. Veja abaixo o número de casos e mortes por cidade. Casos de coronavírus no Paraná Fora do estado O monitoramento da Sesa registra 1.715 casos de residentes de fora, deste total 43 pessoas foram a óbito. A Sesa informou que fez as seguintes alterações no levantamento: • Um caso confirmado em Curitiba, foi transferido para Guaratuba. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
Coronavírus: Paraná registra 161.764 casos e 4.050 mortes, diz boletim

Relatório da Sesa divulgado neste sábado (19) mostra que o estado teve aumento de 1.536 novos diagnósticos e 26 óbitos pela Covid-19, em comparação com o dia anterior. Novo coronavírus infectou mais de 160 mil paranaenses NEXU Science Communication/via REUTERS Com mais 1.536 novos diagnósticos positivos para o novo coronavírus, o Paraná registra a marca de 161.764 casos da doença, segundo boletim divulgado neste sábado (19) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). O total de mortes no estado chegou a 4.050, conforme o relatório. Os números mostram aumento de 26 óbitos pela doença, se comparados aos dados do dia anterior. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias PANDEMIA EM NÚMEROS: Confira o mapa com os dados por cidade Desde o início da pandemia, de acordo com o relatório, 114.358 pessoas se recuperaram da Covid-19 no estado, o que representa uma taxa de recuperação de 70,7%. Novas mortes A Sesa informou que as 26 vítimas que morreram estavam internadas e os óbitos ocorreram entre os dias 14 de agosto e 19 setembro. São 11 mulheres e 15 homens, com idades que variam de 50 a 99 anos. Curitiba - 7 novas mortes; Campo Largo - 3 novas mortes; Bandeirantes - 2 novas mortes; Telêmaco Borba - 2 novas mortes; Altamira do Paraná, Apucarana, Cianorte, Clevelândia, Colombo, Congonhinhas, Foz do Iguaçu, Guaratuba, Marilândia do Sul, Pinhais, Piraquara e Ponta Grossa - 1 nova morte cada. Veja no quadro o perfil das vítimas. Mortes por Covid-19 A taxa de letalidade da Covid-19 no Paraná continua em 2,5%. As vítimas têm idade média de 68,6 anos, sendo que 60% eram homens. Internamentos Na rede pública e privada de saúde, 1.073 pacientes estão hospitalizados com diagnóstico de coronavírus. Destes, 512 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O Paraná tem ainda outros 1.182 internamentos de pessoas com suspeita de Covid-19, sendo que 507 estão na UTI e 675 em leitos a clínicos. Somando os casos suspeitos e confirmados, o estado registra 2.120 internamentos relacionados à Covid-19, com 959 pacientes na UTI e 1.161 na enfermaria. Ocupação de leitos Veja a seguir como está a taxa de ocupação de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para pacientes com suspeita ou diagnóstico de Covid-19 no Paraná: 72% dos 1.095 leitos de UTI adulta 44% dos 1.529 leitos de enfermaria adulta 32% dos 44 leitos de UTI pediátrica 20% dos 59 leitos de enfermaria pediátrica A secretaria também analisa a ocupação de leitos por regiões do estado. Neste caso, o Paraná se divide em quatro macrorregiões, sendo que a Leste apresenta a maior taxa entre os leitos de UTI para adultos. A área Leste abrange cidades das regiões de Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava e litoral do estado. Confira abaixo a ocupação dos leitos de UTI para adultos no SUS por macrorregião: Leste: 83% Norte: 65% Oeste: 65% Noroeste: 47% Casos por cidade Dos 399 municípios, 398 têm casos confirmados. Apenas Laranja não tem casos confirmados. Veja abaixo o número de casos e mortes por cidade. Casos de coronavírus no Paraná Fora do estado O monitoramento da Sesa registra 1.715 casos de residentes de fora, deste total 43 pessoas foram a óbito. A Sesa informou que fez as seguintes alterações no levantamento: • Um caso confirmado em Curitiba, foi transferido para Guaratuba. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.




Homem foi flagrado com uma chave de boca desparafusando parte dos trilhos na tarde deste sábado (19). Peças foram retiradas de trilho de trem por suspeito de furto, em Londrina PM/Divulgação Um homem foi preso em flagrante furtando peças de ferro de uma linha de trem em Londrina, no norte do Paraná, na tarde deste sábado (19). De acordo com a Polícia Militar (PM), ele estava com 247 quilos de peças de ferro fundido. Um denúncia levou os policiais até o bairro Maria Lúcia. No local, encontraram diversas peças dentro do veículo utilizado pelo suspeito. Os policiais encontraram o homem na linha do trem desparafusando parte dos trilhos com uma chave de boca. Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi preso e levado à Central de Flagrantes. A Polícia Civil informou que essa era a segunda vez que o homem furtava peças da linha férrea. Ele foi autuado por furto qualificado de peças da linha férrea e por perigo de desastre ferroviário. Quanto a esse segundo crime, o delegado Ernandes César Alves explicou que o furto deste tipo de peça pode provocar acidente ferroviário. O que diz a concessionária A concessionária afirmou que possui equipes de vigilância que fazem rondas nas áreas sob sua responsabilidade para furtos. No entanto, as equipes não têm poder de polícia. Equipes técnicas também fazem vistorias nos trilhos para garantir a segurança da operação ferroviária. A empresa está à disposição dos órgãos competentes e das autoridades policiais para contribuir com as investigações. Suspeito foi flagrado em trilho de trem, em Londrina PM/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Homem é preso com 247 kg de peças de ferro furtadas de linha do trem, em Londrina

Homem foi flagrado com uma chave de boca desparafusando parte dos trilhos na tarde deste sábado (19). Peças foram retiradas de trilho de trem por suspeito de furto, em Londrina PM/Divulgação Um homem foi preso em flagrante furtando peças de ferro de uma linha de trem em Londrina, no norte do Paraná, na tarde deste sábado (19). De acordo com a Polícia Militar (PM), ele estava com 247 quilos de peças de ferro fundido. Um denúncia levou os policiais até o bairro Maria Lúcia. No local, encontraram diversas peças dentro do veículo utilizado pelo suspeito. Os policiais encontraram o homem na linha do trem desparafusando parte dos trilhos com uma chave de boca. Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi preso e levado à Central de Flagrantes. A Polícia Civil informou que essa era a segunda vez que o homem furtava peças da linha férrea. Ele foi autuado por furto qualificado de peças da linha férrea e por perigo de desastre ferroviário. Quanto a esse segundo crime, o delegado Ernandes César Alves explicou que o furto deste tipo de peça pode provocar acidente ferroviário. O que diz a concessionária A concessionária afirmou que possui equipes de vigilância que fazem rondas nas áreas sob sua responsabilidade para furtos. No entanto, as equipes não têm poder de polícia. Equipes técnicas também fazem vistorias nos trilhos para garantir a segurança da operação ferroviária. A empresa está à disposição dos órgãos competentes e das autoridades policiais para contribuir com as investigações. Suspeito foi flagrado em trilho de trem, em Londrina PM/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Polícia Ambiental foi chamada, mas não encontrou o animal. Pelo menos três moradores acionaram autoridades informando que firam o felino pelas ruas da cidade. Onça parda é vista circulando pelo Jardim Califórnia, em Foz Uma mulher disse que viu uma onça em frente de casa, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, após ter sido alertada pelo filho de três anos. Segundo a cabelereira Letícia da Silva, o filho Marcos Antônio entrou em casa chorando enquanto ela cozinhava, para avisar que tinha visto o animal. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (17) "Ele estava muito assustado, me falou 'mãe, olha a onça', e apontou com o dedinho. Quando eu vi, realmente tinha uma onça em frente de casa, perto do mato, eu fiquei mole, sem reação", afirmou a cabelereira. Ela disse que, assustada, pegou a criança, se trancou dentro de casa e chamou a polícia. Letícia e o filho Marcos Antônio, de três anos, viram uma onça em frente de casa, em Foz do Iguaçu Reprodução/RPC "Na hora a gente corre. Eu peguei meu nenê e fui pedir ajuda", disse a mulher. Os agentes da Polícia Ambiental foram até o local, mas não encontraram o animal. "Os policiais vieram aqui, procuraram, mas falaram que ela é muito rápida, e por isso não foi encontrada", afirmou Letícia. Segundo a polícia, pelo menos três alertas de moradores que viram onças foram recebidos por agentes nos últimos dias. Em um dos casos, câmeras de segurança flagraram o animal andando pela calçada, em frente a uma casa. O animal foi flagrado andando pela Vila A, nesta terça-feira (15), em Foz do Iguaçu Câmera de monitoramento/Divulgação Morador flagra onça-parda na área urbana de Foz do Iguaçu: 'Nunca tinha acontecido uma coisa assim' De acordo com o sargento da Polícia Ambiental, Marcos Soares, outro chamado foi feito do bosque do Jardim Ipê. "Pessoas relataram que foram fazer uma oração ali naquele local, naquela mata, e escutaram um rugido, mas ninguém sabe se é mesmo de uma onça ou outro tipo de animal", afirmou. Orientações Ao se deparar com um animal como este, a orientação da Polícia Ambiental é chamar uma equipe policial ou o Instituto Água e Terra. Pegadas de possível onça são fotografadas em área urbana de Cascavel "Uma equipe vai até o local verificar e avaliar se o animal precisa ser retirado dali", afirmou Soares. Também é recomendável não se aproximar o animal, nem assustá-lo. Veja os vídeos mais assistidos no G1 Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
Mulher diz que viu onça em frente de casa após ser avisada por filho de 3 anos, em Foz do Iguaçu: 'Fiquei sem reação'

Polícia Ambiental foi chamada, mas não encontrou o animal. Pelo menos três moradores acionaram autoridades informando que firam o felino pelas ruas da cidade. Onça parda é vista circulando pelo Jardim Califórnia, em Foz Uma mulher disse que viu uma onça em frente de casa, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, após ter sido alertada pelo filho de três anos. Segundo a cabelereira Letícia da Silva, o filho Marcos Antônio entrou em casa chorando enquanto ela cozinhava, para avisar que tinha visto o animal. O caso aconteceu na noite de quinta-feira (17) "Ele estava muito assustado, me falou 'mãe, olha a onça', e apontou com o dedinho. Quando eu vi, realmente tinha uma onça em frente de casa, perto do mato, eu fiquei mole, sem reação", afirmou a cabelereira. Ela disse que, assustada, pegou a criança, se trancou dentro de casa e chamou a polícia. Letícia e o filho Marcos Antônio, de três anos, viram uma onça em frente de casa, em Foz do Iguaçu Reprodução/RPC "Na hora a gente corre. Eu peguei meu nenê e fui pedir ajuda", disse a mulher. Os agentes da Polícia Ambiental foram até o local, mas não encontraram o animal. "Os policiais vieram aqui, procuraram, mas falaram que ela é muito rápida, e por isso não foi encontrada", afirmou Letícia. Segundo a polícia, pelo menos três alertas de moradores que viram onças foram recebidos por agentes nos últimos dias. Em um dos casos, câmeras de segurança flagraram o animal andando pela calçada, em frente a uma casa. O animal foi flagrado andando pela Vila A, nesta terça-feira (15), em Foz do Iguaçu Câmera de monitoramento/Divulgação Morador flagra onça-parda na área urbana de Foz do Iguaçu: 'Nunca tinha acontecido uma coisa assim' De acordo com o sargento da Polícia Ambiental, Marcos Soares, outro chamado foi feito do bosque do Jardim Ipê. "Pessoas relataram que foram fazer uma oração ali naquele local, naquela mata, e escutaram um rugido, mas ninguém sabe se é mesmo de uma onça ou outro tipo de animal", afirmou. Orientações Ao se deparar com um animal como este, a orientação da Polícia Ambiental é chamar uma equipe policial ou o Instituto Água e Terra. Pegadas de possível onça são fotografadas em área urbana de Cascavel "Uma equipe vai até o local verificar e avaliar se o animal precisa ser retirado dali", afirmou Soares. Também é recomendável não se aproximar o animal, nem assustá-lo. Veja os vídeos mais assistidos no G1 Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.




Flagrante foi realizado pela Polícia Ambiental na PR-444, em Arapongas, no norte do Paraná, neste sábado (19). Polícia Ambiental apreende 15 toneladas de carvão Um condutor de um caminhão foi multado em R$ 47.400 por transportar carvão de forma ilegal na PR-444, em Arapongas, no norte do Paraná. O flagrante ocorreu na manhã deste sábado (19). O veículo estava transportando 15.740 quilos de carvão. O motorista não foi preso, porém o caminhão e a mercadoria foram apreendidos. Caminhão carregado com carvão foi apreendido em Arapongas Polícia Ambiental/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Caminhoneiro é multado em mais de R$ 47 mil por transporte ilegal de carvão

Flagrante foi realizado pela Polícia Ambiental na PR-444, em Arapongas, no norte do Paraná, neste sábado (19). Polícia Ambiental apreende 15 toneladas de carvão Um condutor de um caminhão foi multado em R$ 47.400 por transportar carvão de forma ilegal na PR-444, em Arapongas, no norte do Paraná. O flagrante ocorreu na manhã deste sábado (19). O veículo estava transportando 15.740 quilos de carvão. O motorista não foi preso, porém o caminhão e a mercadoria foram apreendidos. Caminhão carregado com carvão foi apreendido em Arapongas Polícia Ambiental/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Instituição, que é referência no atendimento na região dos Campos Gerais do Paraná, conta com 64 leitos exclusivos para tratamento da doença. Profissionais relatam medo e experiências. Profissional de saúde no Hospital Regional Universitário de Ponta Grossa Jose Fernando Ogura/AEN Referência no atendimento da Covid-19 na região dos Campos Gerais do Paraná, o Hospital Regional de Ponta Grossa tem recebido pacientes de várias cidades do estado com diagnóstico ou suspeita da doença. Com o agravamento da pandemia, profissionais que atuam na linha de frente precisaram se adaptar rapidamente para atender e enfrentar uma doença que ainda está sendo estudada por cientistas de todo o mundo. Atualmente, o Hospital Regional conta com 64 leitos na ala reservada para Covid-19, sendo 34 de enfermaria e 30 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Por algumas vezes, a instituição viu a ala lotada. COVID-19: Paraná tem mais de 4 mil mortos e ultrapassa 160 mil casos CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias PANDEMIA EM NÚMEROS: Confira o mapa com os dados por cidade Deborah Caroline Daer é médica urologista e trabalha como plantonista na ala intensiva do Hospital Regional. A profissional atua há cinco anos na instituição. Segundo a médica, a pandemia fez com que ela desse uma pausa nos planos da carreira. Formada há pouco tempo, Deborah imaginava uma rotina de consultório, com mais cirurgias não-emergenciais. "É um perfil totalmente diferente de paciente, uma gravidade muito alta de todos eles. São vivências não só profissionais, mas pessoais. Experiências que vamos levar para o resto da vida, de coisas boas e ruins", disse. Geralmente, a médica faz plantões um dia sim e outro não na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. A rotina começa com a vestimenta de todos os equipamentos de proteção individual. Entre as experiências que mais marcaram Deborah, até agora, está o internamento de toda uma família, sendo que um dos pacientes, que era pai, morreu. "Recentemente eu tive outra experiência que tinha um paciente que entrou em insuficiência respiratória. Antes da intubação, ele pediu para fazer uma videochamada com a família. Foi especialmente emocionante, porque a gente viu o outro lado." Assista abaixo o depoimento completo da profissional. Equipes relatam como tem sido rotina dentro da Ala Covid-19, no HU de Ponta Grossa Pressão e medo Letícia Waselcoski, 27 anos, coordena o Pronto Atendimento que recebe pacientes da Covid-19 no Hospital Regional Universitário de Ponta Grossa. A enfermeira conta que já pensou várias vezes nos riscos que corre por estar na linha de frente do combate à pandemia, principalmente em relação à família. "Tenho filho pequeno, eu olho para ele e sinto saudades, porque eu fico muito tempo no hospital. Aí eu penso, se estou assintomática, se vou passar pra família", contou. Há seis anos trabalhando no hospital, Letícia conta que nos últimos tempos enfrentou dias em que achava que não suportaria a rotina. Segundo a enfermeira, a pandemia aumentou a tensão entre os profissionais de saúde, justamente pela pressão do dia-a-dia e o medo de uma doença que ainda é desconhecida. Para melhorar o clima no trabalho, a enfermeira disse que os profissionais intensificaram a comunicação e estão reaprendendo a trabalhar com a nova rotina. "Vem uma força que penso que agora eu estou aqui, essa é minha missão, eu gosto do que faço e preciso encarar. Eu sou uma pessoa apaixonada pelo que faço." Veja abaixo a reportagem com o depoimento da profissional. Enfermeiros relatam dia a dia de medo e de superação no combate à Covid-19 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
Equipes relatam como tem sido a rotina dentro da ala Covid-19 do Hospital Regional de Ponta Grossa

Instituição, que é referência no atendimento na região dos Campos Gerais do Paraná, conta com 64 leitos exclusivos para tratamento da doença. Profissionais relatam medo e experiências. Profissional de saúde no Hospital Regional Universitário de Ponta Grossa Jose Fernando Ogura/AEN Referência no atendimento da Covid-19 na região dos Campos Gerais do Paraná, o Hospital Regional de Ponta Grossa tem recebido pacientes de várias cidades do estado com diagnóstico ou suspeita da doença. Com o agravamento da pandemia, profissionais que atuam na linha de frente precisaram se adaptar rapidamente para atender e enfrentar uma doença que ainda está sendo estudada por cientistas de todo o mundo. Atualmente, o Hospital Regional conta com 64 leitos na ala reservada para Covid-19, sendo 34 de enfermaria e 30 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Por algumas vezes, a instituição viu a ala lotada. COVID-19: Paraná tem mais de 4 mil mortos e ultrapassa 160 mil casos CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias PANDEMIA EM NÚMEROS: Confira o mapa com os dados por cidade Deborah Caroline Daer é médica urologista e trabalha como plantonista na ala intensiva do Hospital Regional. A profissional atua há cinco anos na instituição. Segundo a médica, a pandemia fez com que ela desse uma pausa nos planos da carreira. Formada há pouco tempo, Deborah imaginava uma rotina de consultório, com mais cirurgias não-emergenciais. "É um perfil totalmente diferente de paciente, uma gravidade muito alta de todos eles. São vivências não só profissionais, mas pessoais. Experiências que vamos levar para o resto da vida, de coisas boas e ruins", disse. Geralmente, a médica faz plantões um dia sim e outro não na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. A rotina começa com a vestimenta de todos os equipamentos de proteção individual. Entre as experiências que mais marcaram Deborah, até agora, está o internamento de toda uma família, sendo que um dos pacientes, que era pai, morreu. "Recentemente eu tive outra experiência que tinha um paciente que entrou em insuficiência respiratória. Antes da intubação, ele pediu para fazer uma videochamada com a família. Foi especialmente emocionante, porque a gente viu o outro lado." Assista abaixo o depoimento completo da profissional. Equipes relatam como tem sido rotina dentro da Ala Covid-19, no HU de Ponta Grossa Pressão e medo Letícia Waselcoski, 27 anos, coordena o Pronto Atendimento que recebe pacientes da Covid-19 no Hospital Regional Universitário de Ponta Grossa. A enfermeira conta que já pensou várias vezes nos riscos que corre por estar na linha de frente do combate à pandemia, principalmente em relação à família. "Tenho filho pequeno, eu olho para ele e sinto saudades, porque eu fico muito tempo no hospital. Aí eu penso, se estou assintomática, se vou passar pra família", contou. Há seis anos trabalhando no hospital, Letícia conta que nos últimos tempos enfrentou dias em que achava que não suportaria a rotina. Segundo a enfermeira, a pandemia aumentou a tensão entre os profissionais de saúde, justamente pela pressão do dia-a-dia e o medo de uma doença que ainda é desconhecida. Para melhorar o clima no trabalho, a enfermeira disse que os profissionais intensificaram a comunicação e estão reaprendendo a trabalhar com a nova rotina. "Vem uma força que penso que agora eu estou aqui, essa é minha missão, eu gosto do que faço e preciso encarar. Eu sou uma pessoa apaixonada pelo que faço." Veja abaixo a reportagem com o depoimento da profissional. Enfermeiros relatam dia a dia de medo e de superação no combate à Covid-19 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.




Crime ocorreu em setembro de 2017, na região noroeste do Paraná; vizinha tinha 26 anos, e a criança tinha 5. Mulher acusada de matar mãe e filhos a facadas em Perobal é condenada Marisa Dulcineia dos Santos, de 41 anos, acusada de matar a facadas uma vizinha e o filho dela, em Perobal, na região noroeste do Paraná, foi condenada a 16 anos de prisão. O julgamento foi realizado na sexta-feira (18) e durou oito horas. O crime ocorreu em 2017, na zona rural da cidade. De acordo com os promotores, durante o julgamento, a ré confessou o crime. A pena foi revertida para internação como medida de segurança porque a ré sofre de problemas mentais, segundo a defesa. Marisa já estava internada em um hospital psiquiátrico do Complexo Médico-Penal, em Piraquara, na Região de Curitiba, onde deve permanecer, de acordo com a defesa. "Ela sofre de problemas mentais, comprovado em laudo pericial. O problema dela gera uma dificuldade de auto entendimento e auto determinação, e isso influenciou no cometimento do crime", disse o advogado Johnny Willian da Silva. Como aconteceu o crime Crime ocorreu em setembro de 2019, na zona rural de Perobal, no noroeste do Paraná Reprodução/RPC O crime aconteceu em setembro de 2019. Marisa, de acordo com a Justiça, matou Magali Rodrigues, que tinha 26 anos, e o filho dela, que tinha cinco anos. O outro filho da vítima, de um ano, também estava na casa no mesmo dia, mas não ficou ferido. A ré disse à polícia, à época do crime, que foi até o local para matar o marido de Magali, com quem tinha tido um desentendimento. Como ele não estava na casa, ela disse que decidiu matar a esposa e a criança. As duas famílias moravam em uma fazenda, que fica no distrito Cedro, na zona rural de Perobal, distante a 25 quilômetros de Umuarama. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Mulher acusada de matar vizinha e criança de 5 anos a facadas, em Perobal, é condenada a 16 anos de prisão

Crime ocorreu em setembro de 2017, na região noroeste do Paraná; vizinha tinha 26 anos, e a criança tinha 5. Mulher acusada de matar mãe e filhos a facadas em Perobal é condenada Marisa Dulcineia dos Santos, de 41 anos, acusada de matar a facadas uma vizinha e o filho dela, em Perobal, na região noroeste do Paraná, foi condenada a 16 anos de prisão. O julgamento foi realizado na sexta-feira (18) e durou oito horas. O crime ocorreu em 2017, na zona rural da cidade. De acordo com os promotores, durante o julgamento, a ré confessou o crime. A pena foi revertida para internação como medida de segurança porque a ré sofre de problemas mentais, segundo a defesa. Marisa já estava internada em um hospital psiquiátrico do Complexo Médico-Penal, em Piraquara, na Região de Curitiba, onde deve permanecer, de acordo com a defesa. "Ela sofre de problemas mentais, comprovado em laudo pericial. O problema dela gera uma dificuldade de auto entendimento e auto determinação, e isso influenciou no cometimento do crime", disse o advogado Johnny Willian da Silva. Como aconteceu o crime Crime ocorreu em setembro de 2019, na zona rural de Perobal, no noroeste do Paraná Reprodução/RPC O crime aconteceu em setembro de 2019. Marisa, de acordo com a Justiça, matou Magali Rodrigues, que tinha 26 anos, e o filho dela, que tinha cinco anos. O outro filho da vítima, de um ano, também estava na casa no mesmo dia, mas não ficou ferido. A ré disse à polícia, à época do crime, que foi até o local para matar o marido de Magali, com quem tinha tido um desentendimento. Como ele não estava na casa, ela disse que decidiu matar a esposa e a criança. As duas famílias moravam em uma fazenda, que fica no distrito Cedro, na zona rural de Perobal, distante a 25 quilômetros de Umuarama. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Caso aconteceu em Curitiba. Menino pediu desculpas e deixou telefone do pai no bilhete. Dono do carro disse que só viu o risco na lataria por causa do recado do garoto. Bilhete com pedido de desculpas viraliza na internet Uma postagem que mostra um pedido de desculpas por causa de um carro riscado viralizou na internet. Um garoto escreveu um bilhete para dizer que tinha se desequilibrado da bicicleta e batido no veículo. A criança anotou o telefone do pai para que pudesse pagar o conserto e deixou o recado no para-brisa do carro. Ao encontrar o bilhete, o dono do carro compartilhou o achado nas redes sociais. "Como ficar bravo com essa criança?" postou Marcelo Martins. A foto, de domingo (13), teve mais de 350 mil curtidas e 35 mil compartilhamentos. Ao G1, o menino disse que ficou preocupado, "mas o bem vai e volta" (leia entrevista aqui). "Na hora eu pensei: vou parar de andar bicicleta e pronto, acabou minha vida de ciclista", afirmou Benício Esmanhoto Hoffmann, de 7 anos. Bilhete com pedido de desculpas viralizou nas redes sociais Reprodução/Twitter Homem acha chave de moto na ignição, entrega para Guarda Municipal para evitar roubo e deixa bilhete para donos Ladrão invade escola, faz comida e deixa bilhete pedindo perdão: 'Só comi e fui embora' Criança juntou dinheiro para pagar O autor do bilhete é Benício Esmanhoto Hoffmann, de 7 anos. Ele andava de bicicleta com o pai na rua quando se desequilibrou e bateu com o guidão no carro. Segundo o pai do menino, Marcel Weiss Hoffmann, o garoto não sossegou enquanto não encontrou uma solução para o estrago no carro. "Ele ficou muito incomodado, ficou perguntando se ia custar caro. Ele até juntou um trocadinho dele e ficou se lamentando que o dinheirinho dele não ia dar para pagar", lembrou o pai. Benício falou ao G1 neste domingo (20). Ele afirmou que em nenhum momento pensou em "fugir" das responsabilidades. Segundo ele, o mundo já está "ruim demais para mais pessoas fazerem o mal". 'Honestidade grande', diz dono de carro O dono do carro, no entanto, afirmou que nem notou o risco na lataria quando viu o bilhete. "Eu procurei de todos os lados, meu carro estava meio sujo e nem reparei. Se não fosse o bilhete eu nem tinha notado", afirmou o dono do carro. Segundo Marcelo, o gesto surpreendeu ele. "A gente acha que alguém que bate no seu carro pode sair correndo, ainda mais nesta idade, mas eu achei um gesto de uma doçura, de uma honestidade grande", disse Marcelo. Parte da lataria do carro que foi riscada Reprodução/RPC Pai orgulhoso O pai do Benício afirmou que, apesar da idade do garoto, ficou orgulhoso com a forma como ele encarou a situação. "Eu fiquei muito orgulhoso, porque a gente tenta educar para isso. Que ele seja responsável pelas ações dele no futuro, que aprenda com os erros", afirmou o pai. O próprio Benício afirmou que o objetivo dele era consertar o que tinha causado. "Causar o problema e deixar o problema não é bom", completou o garoto. Menino estuda em cabana montada no meio da roça para conseguir sinal de internet Postagem de professora que recebeu atividade em branco de aluna viraliza Benício, de 7 anos, deixou um bilhete após riscar carro sem querer, em Curitiba Reprodução/RPC VÍDEOS: as notícias mais assistidas no G1 Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
Bilhete de criança de 7 anos que caiu de bicicleta e riscou veículo viraliza: 'Como ficar bravo?', diz dono do carro

Caso aconteceu em Curitiba. Menino pediu desculpas e deixou telefone do pai no bilhete. Dono do carro disse que só viu o risco na lataria por causa do recado do garoto. Bilhete com pedido de desculpas viraliza na internet Uma postagem que mostra um pedido de desculpas por causa de um carro riscado viralizou na internet. Um garoto escreveu um bilhete para dizer que tinha se desequilibrado da bicicleta e batido no veículo. A criança anotou o telefone do pai para que pudesse pagar o conserto e deixou o recado no para-brisa do carro. Ao encontrar o bilhete, o dono do carro compartilhou o achado nas redes sociais. "Como ficar bravo com essa criança?" postou Marcelo Martins. A foto, de domingo (13), teve mais de 350 mil curtidas e 35 mil compartilhamentos. Ao G1, o menino disse que ficou preocupado, "mas o bem vai e volta" (leia entrevista aqui). "Na hora eu pensei: vou parar de andar bicicleta e pronto, acabou minha vida de ciclista", afirmou Benício Esmanhoto Hoffmann, de 7 anos. Bilhete com pedido de desculpas viralizou nas redes sociais Reprodução/Twitter Homem acha chave de moto na ignição, entrega para Guarda Municipal para evitar roubo e deixa bilhete para donos Ladrão invade escola, faz comida e deixa bilhete pedindo perdão: 'Só comi e fui embora' Criança juntou dinheiro para pagar O autor do bilhete é Benício Esmanhoto Hoffmann, de 7 anos. Ele andava de bicicleta com o pai na rua quando se desequilibrou e bateu com o guidão no carro. Segundo o pai do menino, Marcel Weiss Hoffmann, o garoto não sossegou enquanto não encontrou uma solução para o estrago no carro. "Ele ficou muito incomodado, ficou perguntando se ia custar caro. Ele até juntou um trocadinho dele e ficou se lamentando que o dinheirinho dele não ia dar para pagar", lembrou o pai. Benício falou ao G1 neste domingo (20). Ele afirmou que em nenhum momento pensou em "fugir" das responsabilidades. Segundo ele, o mundo já está "ruim demais para mais pessoas fazerem o mal". 'Honestidade grande', diz dono de carro O dono do carro, no entanto, afirmou que nem notou o risco na lataria quando viu o bilhete. "Eu procurei de todos os lados, meu carro estava meio sujo e nem reparei. Se não fosse o bilhete eu nem tinha notado", afirmou o dono do carro. Segundo Marcelo, o gesto surpreendeu ele. "A gente acha que alguém que bate no seu carro pode sair correndo, ainda mais nesta idade, mas eu achei um gesto de uma doçura, de uma honestidade grande", disse Marcelo. Parte da lataria do carro que foi riscada Reprodução/RPC Pai orgulhoso O pai do Benício afirmou que, apesar da idade do garoto, ficou orgulhoso com a forma como ele encarou a situação. "Eu fiquei muito orgulhoso, porque a gente tenta educar para isso. Que ele seja responsável pelas ações dele no futuro, que aprenda com os erros", afirmou o pai. O próprio Benício afirmou que o objetivo dele era consertar o que tinha causado. "Causar o problema e deixar o problema não é bom", completou o garoto. Menino estuda em cabana montada no meio da roça para conseguir sinal de internet Postagem de professora que recebeu atividade em branco de aluna viraliza Benício, de 7 anos, deixou um bilhete após riscar carro sem querer, em Curitiba Reprodução/RPC VÍDEOS: as notícias mais assistidas no G1 Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.




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VÍDEOS: Meio-Dia Paraná de sábado, 19 de setembro

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Acidente aconteceu no limite entre os municípios de Colombo e Bocaiúva do Sul, na manhã deste sábado (19). Rodovia foi liberada por volta das 9h. Duas pessoas ficaram feridas na batida entre dois caminhões, na região de Curitiba Amanda Menezes/RPC Duas pessoas ficaram feridas em uma batida entre dois caminhões na BR-476, no trecho conhecido como Estrada da Ribeira, no limite dos municípios de Colombo e Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Toras de madeira que eram transportadas por um dos caminhões se espalharam pelo trecho e bloquearam completamente a pista por aproximadamente meia hora, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O trecho foi parcialmente liberado por volta das 9h. Os dois feridos estavam no outro caminhão, que transportava ração. As duas pessoas ficaram presas nas ferragens e precisaram ser retiradas da cabine pelo Corpo de Bombeiros. Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
Duas pessoas ficam feridas em batida entre caminhões, e toras de madeira bloqueiam Estrada da Ribeira

Acidente aconteceu no limite entre os municípios de Colombo e Bocaiúva do Sul, na manhã deste sábado (19). Rodovia foi liberada por volta das 9h. Duas pessoas ficaram feridas na batida entre dois caminhões, na região de Curitiba Amanda Menezes/RPC Duas pessoas ficaram feridas em uma batida entre dois caminhões na BR-476, no trecho conhecido como Estrada da Ribeira, no limite dos municípios de Colombo e Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Toras de madeira que eram transportadas por um dos caminhões se espalharam pelo trecho e bloquearam completamente a pista por aproximadamente meia hora, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O trecho foi parcialmente liberado por volta das 9h. Os dois feridos estavam no outro caminhão, que transportava ração. As duas pessoas ficaram presas nas ferragens e precisaram ser retiradas da cabine pelo Corpo de Bombeiros. Veja mais notícias da região no G1 Paraná.




O grande incêndio de 1963 devastou uma extensa área rural entre o Norte Pioneiro e os Campos Gerais. Essa parte da história do estado foi contada pelo programa Meu Paraná. Incêndio atingiu cidades do norte pioneiro e região central do Paraná em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo O programa Meu Paraná deste sábado (19) relembra o grande incêndio de 1963 que atingiu áreas rurais de municípios localizados entre o Norte Pioneiro e os Campos Gerais do estado. O fogo não chegou às cidades, mas famílias perderam lavouras, casas e parentes. Uma lembrança que atravessa décadas e deixou cicatrizes permanentes no corpo e na memória de quem viveu esse acontecimento marcante na história do Paraná. Seca, geada e queimadas foram os três fatores que provocaram mortes e miséria em 128 dos 166 municípios que o estado tinha à época. Veja fotos históricas do incêndio de 1963: Incêndio em 1963 mobilizou equipe do Corpo de Bombeiros de várias regiões do estado Arquivo/Corpo de Bombeiros Incêndio se alastrou por várias cidades paranaenses em 1963 Arquivo/Corpo de Bombeiros Incêndio em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Colonos deixam as casas atingidas pelo grande incêndio em 1963, no Paraná Corpo de Bombeiros/Arquivo Casa destruída por incêndio em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Incêndio de 1963 destruiu vários imóveis e áreas no Paraná Corpo de Bombeiros/Divulgação Várias pessoas se queimaram tentando apagar as chamas em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Procedimentos médicos realizados em feridos por incêndio eram realizados sem anestesia em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Feridos pelo incêndio eram atendidos por médicos e enfermeiras Corpo de Bombeiros/Arquivo Padre e freira atendem paciente queimado após incêndio, em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Chamas atingiram a área rural de muitos municípios paranaenses Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Incêndio atingiu várias regiões do Paraná em 1963 Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Grande incêndio tomou conta da vegetação no Paraná, em 1963 Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Colono usando uma enxada para tentar acabar com incêndio, em 1963 Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Força Aérea Brasileira ajudou no combate às chamas em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Bombeiros analisam mapa para determinar como combate ao incêndio seria realizado Corpo de Bombeiros/Arquivo Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Há 57 anos, incêndio destruiu casas, lavouras e deixou dezenas de feridos no Paraná; FOTOS

O grande incêndio de 1963 devastou uma extensa área rural entre o Norte Pioneiro e os Campos Gerais. Essa parte da história do estado foi contada pelo programa Meu Paraná. Incêndio atingiu cidades do norte pioneiro e região central do Paraná em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo O programa Meu Paraná deste sábado (19) relembra o grande incêndio de 1963 que atingiu áreas rurais de municípios localizados entre o Norte Pioneiro e os Campos Gerais do estado. O fogo não chegou às cidades, mas famílias perderam lavouras, casas e parentes. Uma lembrança que atravessa décadas e deixou cicatrizes permanentes no corpo e na memória de quem viveu esse acontecimento marcante na história do Paraná. Seca, geada e queimadas foram os três fatores que provocaram mortes e miséria em 128 dos 166 municípios que o estado tinha à época. Veja fotos históricas do incêndio de 1963: Incêndio em 1963 mobilizou equipe do Corpo de Bombeiros de várias regiões do estado Arquivo/Corpo de Bombeiros Incêndio se alastrou por várias cidades paranaenses em 1963 Arquivo/Corpo de Bombeiros Incêndio em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Colonos deixam as casas atingidas pelo grande incêndio em 1963, no Paraná Corpo de Bombeiros/Arquivo Casa destruída por incêndio em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Incêndio de 1963 destruiu vários imóveis e áreas no Paraná Corpo de Bombeiros/Divulgação Várias pessoas se queimaram tentando apagar as chamas em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Procedimentos médicos realizados em feridos por incêndio eram realizados sem anestesia em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Feridos pelo incêndio eram atendidos por médicos e enfermeiras Corpo de Bombeiros/Arquivo Padre e freira atendem paciente queimado após incêndio, em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Chamas atingiram a área rural de muitos municípios paranaenses Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Incêndio atingiu várias regiões do Paraná em 1963 Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Grande incêndio tomou conta da vegetação no Paraná, em 1963 Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Colono usando uma enxada para tentar acabar com incêndio, em 1963 Reprodução Livro “1963: O Paraná em Chamas”/ Fotógrafo: Armínio Kaiser Força Aérea Brasileira ajudou no combate às chamas em 1963 Corpo de Bombeiros/Arquivo Bombeiros analisam mapa para determinar como combate ao incêndio seria realizado Corpo de Bombeiros/Arquivo Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Batida aconteceu na madrugada deste sábado (15), em um cruzamento do bairro Vila Estrela. Carro da PM tombou na pista. Acidente aconteceu em cruzamento da Vila Estrela, em Ponta Grossa PM/Divulgação Duas pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo um carro e um veículo da Polícia Militar (PM), na madrugada deste sábado (19), em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. Segundo a PM, o acidente aconteceu por volta das 2h50, no cruzamento das ruas Doutor Paula Xavier e Ricardo Lustosa Ribas, no bairro Vila Estrela. Com a batida, o carro da Polícia Militar acabou tombando na via. O motorista e uma passageira do carro tiveram ferimentos e foram levados para um hospital da cidade pelo Corpo de Bombeiros. Ninguém se machucou no carro da PM, segundo a polícia. Os motoristas dos dois veículos passaram por teste de bafômetro, que apontaram resultado negativo, conforme a PM. Carro da Polícia Militar tombou na rua PM/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
Duas pessoas ficam feridas em acidente entre carro e veículo da Polícia Militar, em Ponta Grossa

Batida aconteceu na madrugada deste sábado (15), em um cruzamento do bairro Vila Estrela. Carro da PM tombou na pista. Acidente aconteceu em cruzamento da Vila Estrela, em Ponta Grossa PM/Divulgação Duas pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo um carro e um veículo da Polícia Militar (PM), na madrugada deste sábado (19), em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. Segundo a PM, o acidente aconteceu por volta das 2h50, no cruzamento das ruas Doutor Paula Xavier e Ricardo Lustosa Ribas, no bairro Vila Estrela. Com a batida, o carro da Polícia Militar acabou tombando na via. O motorista e uma passageira do carro tiveram ferimentos e foram levados para um hospital da cidade pelo Corpo de Bombeiros. Ninguém se machucou no carro da PM, segundo a polícia. Os motoristas dos dois veículos passaram por teste de bafômetro, que apontaram resultado negativo, conforme a PM. Carro da Polícia Militar tombou na rua PM/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.




Delegado afirma que alta está relacionada à pandemia do novo coronavírus e às penas aplicadas a estelionatários. Aumenta o número de golpes aplicados no Paraná O número de golpes aplicados no Paraná aumentou 16% no primeiro semestre de 2020, se comparado com o mesmo período do ano anterior, segundo um levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp). De acordo com o levantamento, foram registrados 20.954 crimes de estelionato nos seis primeiros meses de 2020, enquanto no mesmo período de 2019 aconteceram 17.975 registros. De acordo com o delegado da Delegacia de Estelionato de Curitiba, Emmanoel David, o aumento se deve às penas aplicadas aos estelionatários, de um a cinco anos de prisão, e também à pandemia do novo coronavírus. "Notamos um aumento muito grande no número de golpes por whatsapp e por telefone. Alguns dos golpes mais antigos, que é aquele em que uma pessoa liga se passando por um familiar para pedir dinheiro, por exemplo", afirmou o delegado. Segundo ele, apesar do aumento das compras pela internet e no trabalho e estudo remoto, os golpes aplicados pela internet não aumentaram. Foram 2.299 crimes virtuais desse tipo de janeiro a julho de 2020, enquanto em 2019 foram 2.297 registros. QUIZ: Teste e descubra se você sabe se proteger de golpes na internet Como se cuidar? Como muito golpes acontecem pelo telefone, o delegado afirma que é sempre recomendável checar informações e manter a calma. "Se a pessoa vai comprar um carro, vai alugar um imóvel, é preciso se certificar que o carro existe, que o apartamento existe. Visite o local, não feche negócio só pelo telefone ou pela internet", afirmou o delegado. Ao receber uma ligação suspeita, o delegado recomenda chamar um amigo, vizinho ou familiar para ajudar. "Se algum liga dizendo que um familiar foi sequestrado, ele vai querer manter aquela pessoa no telefone pelo maior tempo possível. O ideal é pedir ajuda para alguém entrar em contato com aquele familiar e manter a calma", afirmou. Golpes por telefone e pelo whatsapp aumentaram Bruno Alencastro Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
Número de golpes no Paraná aumenta 16% no primeiro semestre, diz Sesp

Delegado afirma que alta está relacionada à pandemia do novo coronavírus e às penas aplicadas a estelionatários. Aumenta o número de golpes aplicados no Paraná O número de golpes aplicados no Paraná aumentou 16% no primeiro semestre de 2020, se comparado com o mesmo período do ano anterior, segundo um levantamento da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp). De acordo com o levantamento, foram registrados 20.954 crimes de estelionato nos seis primeiros meses de 2020, enquanto no mesmo período de 2019 aconteceram 17.975 registros. De acordo com o delegado da Delegacia de Estelionato de Curitiba, Emmanoel David, o aumento se deve às penas aplicadas aos estelionatários, de um a cinco anos de prisão, e também à pandemia do novo coronavírus. "Notamos um aumento muito grande no número de golpes por whatsapp e por telefone. Alguns dos golpes mais antigos, que é aquele em que uma pessoa liga se passando por um familiar para pedir dinheiro, por exemplo", afirmou o delegado. Segundo ele, apesar do aumento das compras pela internet e no trabalho e estudo remoto, os golpes aplicados pela internet não aumentaram. Foram 2.299 crimes virtuais desse tipo de janeiro a julho de 2020, enquanto em 2019 foram 2.297 registros. QUIZ: Teste e descubra se você sabe se proteger de golpes na internet Como se cuidar? Como muito golpes acontecem pelo telefone, o delegado afirma que é sempre recomendável checar informações e manter a calma. "Se a pessoa vai comprar um carro, vai alugar um imóvel, é preciso se certificar que o carro existe, que o apartamento existe. Visite o local, não feche negócio só pelo telefone ou pela internet", afirmou o delegado. Ao receber uma ligação suspeita, o delegado recomenda chamar um amigo, vizinho ou familiar para ajudar. "Se algum liga dizendo que um familiar foi sequestrado, ele vai querer manter aquela pessoa no telefone pelo maior tempo possível. O ideal é pedir ajuda para alguém entrar em contato com aquele familiar e manter a calma", afirmou. Golpes por telefone e pelo whatsapp aumentaram Bruno Alencastro Veja mais notícias da região no G1 Paraná.




Medida vale para estabelecimentos que tenham alvará que permitam a atuação como lanchonetes e restaurantes, para a venda de refeições. Decreto da prefeitura havia proibido funcionamento. Bares de Londrina foram autorizados a reabrir Alberto D'angele/RPC O Justiça concedeu uma liminar autorizando que bares de Londrina, na região norte do Paraná, possam atender sem a venda de bebidas alcoólicas. A decisão foi publica na sexta-feira (18). A medida vale para estabelecimentos que tenham alvará que permitam a atuação como lanchonetes e restaurantes, para a venda de refeições, segundo a decisão. A Prefeitura de Londrina informou que entrou com recurso no Tribunal de Justiça contra a decisão. O pedido ainda não foi analisado pelos desembargadores. A Prefeitura de Londrina publicou um decreto proibindo o funcionamento de bares por 14 dias. A proibição abrangia, inclusive, atendimentos de entrega a domicílio e retirada no balcão. Em outro decreto, a gestão municipal proibiu a venda de bebidas alcoólicas por qualquer estabelecimento de Londrina, também pelo prazo de 14 dias. Ambas as medidas estão em vigor desde o dia 11 de setembro. Conforme a decisão, as empresas que possuem autorização pra funcionar como restaurante e lanchonete, mesmo tendo alvará de bar, poderão atender presencialmente por meio de entregas ou retirada em balcão. No documento, o juiz Marcos José Vieira argumentou que "a entrega de lanches, bebidas e refeições em domicílio, por não gerar aglomeração de pessoas no estabelecimento, em nada intensifica o risco de disseminação da Covid-19". A liminar suspende a proibição de abertura de bares, mas determinou que os estabelecimentos respeitem as medidas sanitárias e o horário de funcionamento impostos pela prefeitura. Além disso, a decisão mantém o decreto da prefeitura que proíbe a venda de bebidas alcoólicas. Donos de bares protestam em frente à prefeitura de Londrina Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
Coronavírus: Justiça autoriza bares a atender sem a venda de bebidas alcoólicas, em Londrina

Medida vale para estabelecimentos que tenham alvará que permitam a atuação como lanchonetes e restaurantes, para a venda de refeições. Decreto da prefeitura havia proibido funcionamento. Bares de Londrina foram autorizados a reabrir Alberto D'angele/RPC O Justiça concedeu uma liminar autorizando que bares de Londrina, na região norte do Paraná, possam atender sem a venda de bebidas alcoólicas. A decisão foi publica na sexta-feira (18). A medida vale para estabelecimentos que tenham alvará que permitam a atuação como lanchonetes e restaurantes, para a venda de refeições, segundo a decisão. A Prefeitura de Londrina informou que entrou com recurso no Tribunal de Justiça contra a decisão. O pedido ainda não foi analisado pelos desembargadores. A Prefeitura de Londrina publicou um decreto proibindo o funcionamento de bares por 14 dias. A proibição abrangia, inclusive, atendimentos de entrega a domicílio e retirada no balcão. Em outro decreto, a gestão municipal proibiu a venda de bebidas alcoólicas por qualquer estabelecimento de Londrina, também pelo prazo de 14 dias. Ambas as medidas estão em vigor desde o dia 11 de setembro. Conforme a decisão, as empresas que possuem autorização pra funcionar como restaurante e lanchonete, mesmo tendo alvará de bar, poderão atender presencialmente por meio de entregas ou retirada em balcão. No documento, o juiz Marcos José Vieira argumentou que "a entrega de lanches, bebidas e refeições em domicílio, por não gerar aglomeração de pessoas no estabelecimento, em nada intensifica o risco de disseminação da Covid-19". A liminar suspende a proibição de abertura de bares, mas determinou que os estabelecimentos respeitem as medidas sanitárias e o horário de funcionamento impostos pela prefeitura. Além disso, a decisão mantém o decreto da prefeitura que proíbe a venda de bebidas alcoólicas. Donos de bares protestam em frente à prefeitura de Londrina Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.




Acidente aconteceu na altura do km 593 da BR-277, segundo a PRF. Duas pessoas morrem em acidente em Cascavel Duas pessoas morreram carbonizadas após uma batida entre dois carros e um caminhão, na BR-277, em Cascavel, no oeste do Paraná, na noite de sexta-feira (18), segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A batida aconteceu por volta das 20h40, na altura do km 593. De acordo com a polícia, o carro onde estavam as vítimas invadiu a pista contrária e bateu de frente em um caminhão. Após essa batida, os dois veículos atingiram um outro carro, e caíram em uma ribanceira, ao lado da pista. Carros caíram em uma ribanceira após a batida, em Cascavel DIvulgação/PRF Alguns segundos após a batida, o caminhão e o carro onde estavam as duas vítimas começaram a pegar fogo. Um homem e uma mulher morreram no local antes da chegada do socorro. O corpo deles foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML). O motorista do caminhão teve ferimentos leves. Os ocupantes do outro carro envolvido na batida não ficaram feridos. A polícia informou que vai investigar o que causou o acidente. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
Duas pessoas morrem carbonizadas em batida entre dois carros e um caminhão, em Cascavel

Acidente aconteceu na altura do km 593 da BR-277, segundo a PRF. Duas pessoas morrem em acidente em Cascavel Duas pessoas morreram carbonizadas após uma batida entre dois carros e um caminhão, na BR-277, em Cascavel, no oeste do Paraná, na noite de sexta-feira (18), segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A batida aconteceu por volta das 20h40, na altura do km 593. De acordo com a polícia, o carro onde estavam as vítimas invadiu a pista contrária e bateu de frente em um caminhão. Após essa batida, os dois veículos atingiram um outro carro, e caíram em uma ribanceira, ao lado da pista. Carros caíram em uma ribanceira após a batida, em Cascavel DIvulgação/PRF Alguns segundos após a batida, o caminhão e o carro onde estavam as duas vítimas começaram a pegar fogo. Um homem e uma mulher morreram no local antes da chegada do socorro. O corpo deles foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML). O motorista do caminhão teve ferimentos leves. Os ocupantes do outro carro envolvido na batida não ficaram feridos. A polícia informou que vai investigar o que causou o acidente. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.




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VÍDEOS: Bom Dia Paraná de sábado, 19 de setembro

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